Curso de Educação Física
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Navegando Curso de Educação Física por Autor "Duque, Mariana Aparecida do Nascimento"
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Item Benefícios da prática de natação para pessoas acometidas com a lesão condropatia patelar(2025-12-09) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Cesare Junior, Dorival; Silva , Victor Sanz Milone; Batista, Diego Soares; São José dos CamposA Condropatia Patelar é uma lesão degenerativa caracterizada pelo desgaste da cartilagem da patela, comprometendo a articulação do joelho e ocasionando dor e desconforto durante atividades que envolvem movimentos repetitivos. Essa condição interfere tanto nas atividades cotidianas quanto na prática esportiva, exigindo alternativas terapêuticas que promovam o fortalecimento muscular e a redução da dor. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo identificar os benefícios da prática da natação para pessoas acometidas por condropatia patelar. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo, teórico, analítico e exploratório, com base em materiais científicos obtidos nas plataformas Google Acadêmico e SciELO, além de livros, artigos e periódicos. Os resultados evidenciaram que o desenvolvimento da condropatia patelar está relacionado a fatores como o desalinhamento do ângulo Q, o desequilíbrio entre os músculos vasto medial e vasto lateral, e a fraqueza dos músculos abdutores e glúteos. Esses aspectos biomecânicos favorecem o mau alinhamento da patela e o aumento do atrito femoropatelar, intensificando o desgaste articular. Observou-se que o tratamento deve priorizar o fortalecimento da musculatura estabilizadora do joelho, especialmente o vasto medial oblíquo, os glúteos e os músculos da cadeia posterior, responsáveis pela estabilização e equilíbrio articular. A natação foi identificada como uma modalidade esportiva de baixo impacto que pode contribuir positivamente no processo de reabilitação desses indivíduos. O ambiente aquático proporciona redução da sobrecarga articular, melhora da mobilidade e favorece o fortalecimento muscular de forma segura. Entre os estilos, os nados crawl e costas foram apontados como mais adequados, por exigirem menor rotação do joelho, em contraste com os estilos peito e borboleta, que podem aumentar a sobrecarga articular. Além dos benefícios físicos, a prática regular de natação também promove efeitos positivos sobre a capacidade cardiorrespiratória, o equilíbrio, a flexibilidade e o bem-estar psicológico, contribuindo para a melhora da qualidade de vida. Conclui-se que os objetivos propostos foram alcançados, visto que a natação se mostrou uma alternativa terapêutica eficaz e segura para indivíduos acometidos por condropatia patelar, atuando tanto na prevenção de sobrecargas quanto na promoção do fortalecimento muscular e da reabilitação funcional.Item Efeitos do exercício físico na sarcopenia em mulheres na menopausa(2025-12-10) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Ribeiro, Mateus Machado Mendes; Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; São José dos CamposA menopausa representa um marco biológico e fisiológico na vida da mulher caracterizado por intensas alterações hormonais, principalmente pela redução dos níveis de estrogênio e progesterona que influenciam diretamente o metabolismo, a densidade óssea e a composição corporal. Essas mudanças aumentam a vulnerabilidade à sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular que compromete a funcionalidade e a qualidade de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar o impacto da prática regular de exercícios físicos na prevenção e no controle da sarcopenia em mulheres na menopausa. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter analíticodescritivo e exploratório, conduzida por meio de uma revisão da literatura científica. As fontes utilizadas incluíram bases de dados como Google Acadêmico, PubMed e Scielo. Os resultados da revisão evidenciaram que a menopausa, composta pelas fases de perimenopausa, menopausa e pós-menopausa, acarreta transformações fisiológicas que afetam diretamente a massa muscular e a densidade óssea, aumentando o risco de quedas, fraturas e doenças cardiovasculares. A literatura analisada destacou o exercício físico, especialmente o treinamento resistido, como uma estratégia eficaz para retardar o avanço da sarcopenia, promover o ganho de força e preservar a massa magra. Estudos indicaram também que o exercício físico exerce efeitos positivos sobre a saúde mental, controlando sintomas como insônia, irritabilidade e alterações de humor. Entretanto fatores psicossociais e motivacionais ainda representam barreiras à adesão e manutenção da prática regular de atividade física. Conclui-se com os dados obtidos que o exercício físico constitui uma intervenção não farmacológica essencial para a prevenção e o manejo da sarcopenia durante a menopausa. Além de preservar a massa muscular e melhorar a funcionalidade, a prática regular de exercícios contribui para o equilíbrio metabólico, o bem-estar psicológico e o envelhecimento saudável. Dessa forma, o exercício físico, quando orientado por profissionais qualificados, é um instrumento fundamental na promoção da qualidade de vida de mulheres nesse período de transição fisiológica.Item Exercício Físico e suas contribuições para os possíveis desvios na coluna lombar de gestantes(2025-12-10) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Nascimento, Yasmin Oliveira; São José dos CamposO presente estudo teve como objetivo analisar as alterações posturais que acometem a coluna lombar durante o período gestacional, relacionando-as aos benefícios da prática regular de exercícios físicos. A gestação promove intensas modificações fisiológicas e estruturais no corpo da mulher, como o aumento do peso corporal, a frouxidão ligamentar e o deslocamento do centro de gravidade, fatores que podem resultar em hiperlordose lombar e dor nessa região. Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica analítica e descritiva, desenvolvida a partir de livros, artigos e periódicos científicos disponíveis nas plataformas Google Acadêmico e SciELO. A análise da literatura evidenciou que a hiperlordose lombar é a principal alteração postural observada em gestantes, e que a prática orientada de exercícios físicos contribui significativamente para sua prevenção e controle. Modalidades como Pilates, Yoga e o treinamento de força em intensidade leve a moderada mostraram-se eficazes na melhora da postura, no fortalecimento da musculatura estabilizadora e na redução da dor lombar, promovendo melhor qualidade de vida durante a gestação. Conclui-se que o exercício resistido supervisionado é fundamental para o bem-estar físico e emocional da gestante, devendo ser prescrito de forma individualizada e segura, onde o profissional de educação física pode utilizar métodos como o Pilates e o Yoga conforme as necessidades e limitações específicas de cada fase gestacional.Item O Ciclo menstrual e o desempenho no treinamento resistido(2025-12-10) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Melo, Tales Kevin dos Santos; São José dos CamposO ciclo menstrual é um processo fisiológico caracterizado por variações hormonais que podem interferir em diferentes aspectos do desempenho físico feminino, especialmente durante o treinamento resistido. Considerando que essas oscilações podem influenciar a força, a potência e a percepção de esforço, torna-se relevante compreender de que forma o ciclo menstrual afeta o rendimento em programas de treinamento. O presente estudo teve como objetivo verificar as alterações fisiológicas decorrentes do ciclo menstrual e analisar como essas variações impactam o desempenho no treinamento resistido. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura, de caráter descritivo, teórico e analítico, desenvolvida a partir de publicações científicas disponíveis nas bases Scielo, Pubmed e Google Acadêmico, além de livros e periódicos especializados. Foram selecionados artigos que abordaram a relação entre as fases do ciclo menstrual e o desempenho físico de mulheres praticantes de treinamento resistido. Os resultados evidenciaram que as oscilações hormonais, especialmente dos hormônios estrogênio, progesterona, FSH e LH, influenciam o organismo feminino em diferentes níveis, afetando o humor, a disposição e a fadiga. Observou-se que, em grande parte dos estudos, a força muscular não apresentou alterações significativas entre as fases do ciclo, enquanto a potência, o volume total de treino e a percepção subjetiva de esforço demonstraram variações mais expressivas. Conclui-se que o ciclo menstrual pode exercer influência sobre o desempenho no treinamento resistido, embora essa influência varie conforme o perfil hormonal individual e o uso de contraceptivos. Os objetivos do estudo foram alcançados ao identificar as principais alterações fisiológicas e seus efeitos sobre o desempenho, reforçando a importância de uma prescrição de treinamento flexível e individualizada, capaz de otimizar resultados e promover saúde, qualidade de vida e bem-estar às mulheres.Item Os efeitos da prática do treinamento resistido nos sintomas da menopausa(2025-12-15) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Sermarini, Marcia dos Santos; Silva, Victor Sanz Milone; Landim, Dara Milena dos Santos; São José dos CamposA menopausa representa um marco fisiológico natural na vida da mulher, caracterizado pela cessação dos ciclos menstruais e pela redução significativa na produção dos hormônios estrogênio e progesterona, resultando em diversos sintomas físicos e psicológicos que comprometem a qualidade de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo verificar os efeitos do treinamento resistido nos sintomas da menopausa, destacando seus benefícios fisiológicos e emocionais. Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica de caráter descritivo, analítico e exploratório, desenvolvida a partir de artigos científicos, livros e periódicos disponíveis em plataformas como Google Acadêmico e SciELO. Foram abordados estudos que analisaram a relação entre a prática regular de musculação e a atenuação dos sintomas característicos do climatério, incluindo ondas de calor, distúrbios do sono, alterações de humor, perda de massa magra e redução da densidade óssea. Os resultados indicam que o treinamento resistido contribui para a manutenção e o aumento da massa muscular, melhora da densidade óssea, da composição corporal e redução de sintomas psicológicos, como ansiedade, depressão e irritabilidade. Além disso, observa-se melhora na qualidade do sono e da autoestima, favorecendo o bem-estar geral. Constatou-se que a prática regular e supervisionada do treinamento resistido constitui uma estratégia não farmacológica eficaz para minimizar os efeitos decorrentes da deficiência hormonal durante a menopausa e pós-menopausa. O estudo destaca a importância da individualização dos protocolos de treino e sugere que futuras pesquisas aprofundem a análise sobre diferentes intensidades, volumes e frequências de exercícios, a fim de ampliar as evidências científicas sobre seus benefícios para essa população.