Curso de Educação Física
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Navegando Curso de Educação Física por Autor "Lima, Elessandro Váguino de"
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Item Abordagem metodológica do treinamento de goleiro de futebol para pessoas com espectro autista(2025-12-10) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Cunha, Claudio Alexandre; Pereira, Joyce de Fátima; Silva, Kelva Geany do Nascimento; São José dos CamposPessoas com Transtorno do Espectro Autista podem ter benefícios favoráveis com a prática esportiva, em especial no futebol. Este trabalho teve como objetivo analisar a influencia do treinamento de goleiro de futebol para a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e como as metodologias utilizadas no treinamento de goleiro de futebol podem favorecer no desenvolvimento da pessoa atípica. Para isso foi utilizado uma pesquisa de carácter descritivo e analítico, realizada por meio de revisão bibliográfico em bases de dados como Scielo, PubMed e Google Acadêmico, alem de livros e periódicos especializados. Os resultados apontaram que por conta do método mais utilizado no treinamento de goleiro é o individualizado, ele pode trazer benefícios para a melhora da concentração, coordenação e o engajamento do atleta atípico, pois as características do individuo com TEA, como o hiperfoco e a dificuldade de socialização, podem ser utilizadas de forma positiva nesse método de treinamento, uma vez que essa posição exige concentração, atenção e prática individualizada. Conclui-se que o treinamento adaptado é uma opção para que a pessoa com o Espectro Autista possa praticar um esporte que lhe proporcione benefícios para ele e se sentir incluído no meio de outros jogadores.Item Flexibilidade do lutador guardeiro do Jiu Jitsu Brasileiro(2025-12-09) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Silva, Victor Sanz Milone; Cabral, Diego Alves; São José dos CamposA flexibilidade é uma capacidade física essencial para o desempenho esportivo, especialmente em modalidades que exigem amplas amplitudes articulares, como o Jiu-jitsu Brasileiro. No caso dos lutadores guardeiros, cuja atuação se baseia em controlar o adversário no solo e realizar movimentos de grande exigência articular, a flexibilidade torna-se determinante tanto para a eficiência técnica quanto para a prevenção de lesões. Diante disso, o presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre a flexibilidade, nas formas dinâmica e estática e o desempenho técnico-tático de lutadores guardeiros de Jiu-jitsu, considerando também sua influência na redução de lesões musculoesqueléticas. O trabalho foi desenvolvido por meio de uma revisão de literatura de natureza descritiva e analítica, realizada a partir de pesquisas em bases científicas como Scielo, PubMed e Google Scholar, complementadas pela análise de livros, artigos e publicações especializadas. Foram selecionados estudos que abordaram os níveis de flexibilidade, os métodos de avaliação mais utilizados e a relação entre flexibilidade, desempenho e incidência de lesões em praticantes da modalidade. Os resultados apontaram que a flexibilidade das regiões tóraco-lombar e do quadril é um fator determinante para a manutenção da guarda, execução de raspagens e controle postural durante o combate. Verificou-se também que a deficiência de flexibilidade está associada a maior incidência de lesões em joelhos, quadris e região lombar — áreas constantemente exigidas na prática do estilo guardeiro. Testes como o Banco de Wells, a goniometria e o teste de Schober foram identificados como instrumentos eficazes para mensurar a amplitude articular e acompanhar o desenvolvimento da flexibilidade em atletas de Jiu-jitsu. Conclui-se que a flexibilidade exerce papel central na performance e na longevidade esportiva do lutador guardeiro, devendo ser trabalhada de forma sistemática e integrada ao treinamento técnico e físico. Todos os objetivos propostos foram alcançados, reforçando que o aprimoramento da flexibilidade, aliado ao fortalecimento e à mobilidade articular, é fundamental para otimizar o desempenho e reduzir a ocorrência de lesões na modalidade.Item Impacto do exercício resistido na osteopenia e osteoporose(2025-12-05) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Cunha, Claudio Alexandre; Santos, Gabriel Marcelo Lopez dos; São José dos CamposDiferentes tipos de treinamento físico promovem adaptações distintas no sistema musculoesquelético. O treinamento de força ou resistido estimula sobrecarga física que pode trazer benefícios ao praticante. A metodologia utilizada foi a partir de uma revisão de literatura, por meio de pesquisa teórica descritiva e analítica de artigos recentes sobre o tema. Diversos autores analisados apontam que a prática regular da musculação estimula a atividade dos osteoblastos, reduz a reabsorção óssea e aumenta a densidade mineral, especialmente em pessoas idosas e mulheres na pós- menopausa. Estudos comparativos indicam que o exercício resistido proporciona resultados superiores aos de atividades aeróbicas. O exercício resistido preserva a massa óssea e reduz acidentes que podem levar a quedas e resultar em fraturas. Desde que o treinamento resistido seja prescrito baseado em sobrecarga progressiva e regularidade, ele é uma estratégia segura e a mais eficaz para a manutenção saudável do sistema musculoesquelético e a promoção da qualidade de vida.Item Recurso da faixa no joelho e a hipertrofia na musculação(2025-12-10) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Silva , Victor Sanz Milone; Prado, Karla Oliveira Leão do; Porto, Marcelo Henrique Campos; São José dos CamposO presente estudo abordou a influência do uso da faixa no joelho durante o treinamento de força, prática comum em ambientes de musculação e competições de força. A popularização desse recurso tem sido acompanhada por questionamentos sobre seus efeitos no desempenho e na ativação muscular, e em treinos voltados à hipertrofia. Diante disso, o estudo teve como objetivo analisar, verificar a influência da utilização da faixa no joelho sobre aspectos de desempenho e estímulo muscular. A pesquisa foi uma revisão de literatura de cunho descritivo-teórico e analítico, utilizando artigos científicos publicados em bases de dados. Foram selecionados trabalhos que investigaram os efeitos agudos do uso da faixa no joelho em parâmetros como cinética, cinemática e força muscular durante o agachamento, tanto em praticantes recreacionais quanto em atletas de força. Os resultados apresentados indicam que o uso da faixa no joelho pode contribuir para o aumento da carga superada, devido ao armazenamento e à liberação de energia elástica, além de proporcionar maior estabilidade articular. Entretanto, observou-se que esse recurso pode alterar o padrão motor do movimento, reduzindo a amplitude articular e a ativação muscular em determinadas regiões, como nos músculos isquiotibiais e quadríceps, em especial o vasto medial. Dessa forma, o uso frequente das faixas em treinos voltados à hipertrofia pode comprometer o estímulo muscular desejado, sendo mais indicado em contextos de levantamento máximo ou competições de powerlifting. Conclui-se que as faixas no joelho podem ser utilizadas, porém com cautela, não possuindo efeito no treinamento para aumento de massa muscular. A pesquisa reforça a importância da orientação profissional na prescrição desse acessório e sugere a necessidade de novos estudos que investiguem seus efeitos a longo prazo em diferentes populações.