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Navegando por Autor "Fagundes, Alessandra de Almeida"

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    Avaliação comparativa da distância percorrida, da função pulmonar e da qualidade de vida após reabilitação cardiorrespiratória com e sem fotobiomodulação transcraniana em indivíduos com espasticidade – Estudo piloto
    (CDRR Editor) Pinto, Ana Paula; Lemos, Sergio Luiz; Fagundes, Alessandra de Almeida; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Neves, Marcele Florêncio das; Lima, Fernanda Pupio Silva; Lima, Mário Oliveira
    O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da reabilitação cardiorrespiratória (RC) isolada e associada a fotobiomodulação transcraniana (Ft) na distância percorrida (DP), função pulmonar e qualidade de vida de indivíduos com espasticidade. Os participantes foram alocados em dois grupos: Grupo fotobiomodulação transcraniana (GF, RC + Ft ativa, n=8) e Grupo placebo (GP, RC + Ft simulada, n=7). A RC consistiu em 12 semanas de tratamento, 2x semana por 1 hora, incluindo exercícios aeróbicos, respiratórios e resistidos de membros inferiores. Para Ft utilizou-se o cluster de laser (λ= 680 nm e 3 Lasers no λ= 808 nm, energia total de 36 J/ponto) nos pontos F7, F8, AFz. Foram avaliadas a DP, espirometria, manovacuometria e SF-36 na avaliação basal e reavaliação com 8 e 12 semanas. A DP aumentou em 165,43 metros e 222,46m em 12 semanas para GF e GP, respectivamente, com diferenças estatísticas intragrupos (p<0,05) e sem diferença intergrupos (p>0,05). Observou-se aumento no índice pico de fluxo expiratório apenas no GF na análise basal x12 semanas (p<0,05). O GF apresentou aumento da PImax e PEmax em 20% (8 semanas) e 15% (12 semanas). No SF-36, a diferença em relação ao basal, verificou-se os domínios aspectos físicos e dor para o GF comportamento de crescimento, e para o GP de decréscimo. Concluiu-se que a DP melhorou no GF e GP pós-intervenção, sem efeito potencializador do desempenho no GF e que a Ft parece ter influenciado na mecânica respiratória do GF e nos aspectos físicos e dor do SF-36.
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    Comparação da mecânica respiratória e performance muscular entre indivíduos curados de SARS-CoV-2 com tratamento domiciliar e tratamento hospitalar
    (2022-03-17) Moreira, Natália Galvão Rocha; Costa, Maricília Silva; Lima, Fernanda Pupio Silva; Simioni, Andreza Ribeiro; Silva, Carlos Alberto; Fagundes, Alessandra de Almeida; São José dos Campos
    Após a descoberta feita pelas autoridades da saúde chinesa, identificando o vírus SARS-CoV-2, houve a necessidade de maiores estudos, tratando-se de uma pandemia. Apesar de alguns indivíduos com COVID-19 apresentarem sintomas leves, ou mesmo permanecerem assintomáticos, observou-se principais características clínicas, afecções de trato respiratório e de alguma forma, também, sinais e sintomas de alterações musculares (Fraqueza muscular no corpo de uma forma geral e no músculo diafragma) durante o período em que o indivíduo estava infectado, em tratamento da COVID-19 e pós. Deste modo, este estudo teve como objetivo avaliar e comparar o comportamento da mecânica respiratória e performance muscular entre os indivíduos pós-covid-19 que foram hospitalizados e daqueles que receberam tratamento domiciliar. Para este estudo foram avaliados 13 indivíduos, na faixa etária de 25 a 65 anos, divididos em 2 grupos: Grupo 1 - 5 participantes pós-diagnóstico de COVID-19 que foram submetidos a internação hospitalar devido a doença, e Grupo 2 - 5 participantes pós-diagnóstico de COVID-19, porém com tratamento domiciliar. Os participantes foram avaliados por sinais vitais, Manovacuometria (Manovacuometro®), Pico de Fluxo expiratório (Peak flow®) e performance muscular (dinamômetro isocinético®). Os dados foram analisados e apresentados em média e desvio padrão (paramétricos). Os dados de mecânica respiratória e dinamometria isocinética foram comparados entre os grupos por meio do teste T-Student não pareado com nível de significância de 5%. Os resultados deste estudo mostram uma diferença significativa apenas na comparação entre as médias de Pressão Inspiratória máxima do Grupo 1 entre os valores preditos (p=0,04), enquanto as outras comparações realizadas não mostraram diferença estatisticamente significativa. Concluindo que mesmo diante de diversas e importantes publicações relatando as diferenças na mecânica respiratória e endurance muscular, essas diferenças não foram estatisticamente significativas neste trabalho, sendo melhor apresentada com um maior número de amostra e menor tempo entre a infecção pela COVID-19 e as avaliações.
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    Comparação da mecânica respiratória e performance muscular entre indivíduos curados de SARS-CoV-2 com tratamentodomiciliar e tratamento hospitalar
    (CDRR Editors) Moreira, Natália Galvão Rocha; Licurci, Maria das Graças Bastos; Nogueira, Daniel Vilela; Fagundes, Alessandra de Almeida; Costa, Maricilia Silva
    Introdução: Após a descoberta feita pelas autoridades da saúde chinesa, identificando o vírus SARS-CoV-2, houve a necessidade de maiores estudos, por se tornar pandemia. Mesmo os infectados por COVID-19 apresentarem sintomas leves ou assintomáticos, observou-se principalmente apresentações clínicas as afecções de trato respiratório e alterações musculares durante o período em que o indivíduo estava infectado, em tratamento ou pós-COVID. Deste modo, o objetivo deste estudo foi avaliar e comparar o comportamento da mecânica respiratória e performance muscular entre os indivíduos pós-COVID-19 que foram hospitalizados e daqueles que receberam tratamento domiciliar. Método: Avaliação de 13 indivíduos, na faixa etária de 25 a 65 anos, divididos em 2 grupos: Grupo 1 - pós diagnóstico de COVID-19 submetidos a internação hospitalar e Grupo 2 - pós diagnóstico de COVID-19 submetidos a tratamento domiciliar. Ambos os grupos fora do período de isolamento, sem risco de contaminação. Os indivíduos foram avaliados por manovacuometria, pico de fluxo expiratório e performance muscular. Dados apresentados em forma de média e desvio padrão, comparados entre os grupos por meio do teste T-Student com nível de significância de 5%. Resultados: houve uma diferença significativa na comparação entre as médias de PIMax do Grupo 1 entre os valores preditos (p=0,04), enquanto as outras comparações obtivemos p>0,05. Conclusão: mesmo com diversas publicações relatando as diferenças na mecânica respiratória e endurance muscular, essas diferenças não foram significativas estatisticamente no nosso trabalho, sendo melhor apresentadas com um maior número de amostra e menor tempo entre a infecção pelo COVID-19 e as avaliações.
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    Relevância do índice de respiração rápida e superficial e da força muscular periférica e respiratória como preditores de sucesso da extubação da ventilação mecânica
    (2020-03-05) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Silva, Fernanda Púpio; Fagundes, Alessandra de Almeida; Gonçalves, Cíntia Tókio Reis; Klug, Tania Ueb Machado; São José dos Campos
    A utilização de parâmetros preditivos para o desmame da ventilação mecânica invasiva (VMI) é um tema em que os estudos se divergem. Nesse contexto, esta pesquisa foi desenvolvida para nortear a respeito de alguns instrumentos que podemauxiliar neste processo.Considerando o exposto, o objetivo deste estudo foi compararos parâmetros da força muscular inspiratória (FMI), da força muscular periférica (FMP) e doíndice de respiração rápida e superficial (IRRS) como preditores de sucesso na extubação da VMI.Para tanto essas medidas foram coletadas em 30 pacientes internados em unidade de terapia intensiva, aptos para iniciar o processo de desmame da VMI. Esses participantesforam submetidos à coleta da Pressão Inspiratória Máxima (Pimáx), por meio do manovacuômetro digital, Índice de Respiração Rápida e Superficial obtido por meio do Ventilador Mecânico, enquanto a força muscular periférica foi mensurada pela escala da Medical Research Council (MRC). Posteriormenteesses pacientesforam mantidos por 30 minutos sob o teste de respiração espontânea e caso não apresentassem nenhum sinal de intolerânciaeramextubados. Na sequênciaforam acompanhadospor 48 horas e classificados como grupo sucessose não precisassemserreintubados durante este período ou grupo insucesso caso precisasse retornar ao suporte ventilatório invasivo.Os resultados encontrados mostraram que a FMP do grupo sucesso apresentou valorsuperior(50.60±17.30) ao observado no grupo insucesso (26.71±23.75), com pvalor estatisticamente significativo. A FMI do grupo sucesso (31.34±9.50) foi maior do que a verificada nogrupo insucesso (28.57±5.56),enquantoo IRRS do grupo insucesso foi menor (52.84±20.62) do que o grupo sucesso (56.13±23.66), emboraambossem significância estatística. Concluiu-seque de todos os preditores desucesso para extubação avaliados o IRRS e a força muscular inspiratória não se caracterizam como índices preditivosadequados para nortear a equipe multidisciplinar durante o processo de desmame da VMI. Por outro lado,a força muscular periférica se apresentou como preditor confiável parasucesso na extubação. A fraqueza da musculatura dos membros superiores e inferiores associada a doenças crônicas, como DPOC e ICC, favorecem o desfecho negativo da extubação, uma vez que essas patologias já constituem risco de falha na transição da ventilação mecânica para a ventilação espontânea.
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    Transcranial photobiomodulation therapy associated with cardiorespiratory rehabilitation in spastic subjects
    (Springer Nature Link) Pinto, Ana Paula; Lemos, Sergio Luiz; Fagundes, Alessandra de Almeida; Neves, Marcele Florêncio das; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Silva, Fernanda Pupio; Silva, Mário Oliveira
    The objective of this study was to evaluate the effects of cardiorespiratory rehabilitation (CR) and transcranial photobiomodu- lation (tPBM) on exercise tolerance (ET), heart rate variability (HRV), and peripheral muscle activity in individuals with spasticity. Fifteen participants with spasticity were randomly assigned to two groups: the tPBM group (tPBMG) consisted of eight volunteers who underwent tPBM (on mode) and CR, while the control group (CG) consisted of seven volunteers who underwent simulated tPBM (off mode) and CR. The CR program included 12 weeks of treatment, twice a week for one hour, involving aerobic exercises and lower limb strengthening. For tPBM, a cluster with three lasers (λ = 680 nm, 808 nm), with a power of 100 mW/laser and energy of 36 J, applied to the F7, F8, and Fpz points. The following parameters were evalu- ated after 8 and 12 weeks: ET, HRV, and surface electromyography (EMG) of the rectus femoris muscle during orthostasis (ORT), isometric squatting (ISOM), and isotonic squatting (ISOT). Both groups showed a 40% increase in ET for the CG and a 30% increase for the tPBMG. The CG had more pronounced parasympathetic modulation alterations during post-exercise effort and recovery compared to the tPBMG. The EMG results showed that the tPBMG exhibited progressive improvement in muscle activity during ISOM and ISOT, as well as a decrease in the interlimb difference. In conclusion, both CR and tPBMG demonstrated improvements in ET. However, tPBMG specifically showed promising effects on HRV modulation and peripheral muscle electrical activity, providing additional benefits compared to CR alone.

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