Navegando por Autor "Zabeu, Antonieta Marques Caldeira"
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Item Estresse oxidativo em células SH-SY5Y diante da exposição ao peróxido de hidrogênio(CDRR Editors) Zabeu, Antonieta Marques Caldeira; Rossato, Rafaella Carvalho; Pacheco-Soares, Cristina; Silva, Newton Soares daO estresse oxidativo é consequência da formação excessiva de espécies reativas de oxigênio geradas normalmente pelo metabolismo celular. Essa produção excessiva ocasiona a perda de capacidade de defesa e de reparo, levando a danos nas biomoléculas (DNA, lipídios, proteínas) celulares. Quando estes danos não são reparados, acabam comprometendo o funcionamento da célula, levando-a a morte por apoptose ou necrose. O estresse oxidativo está associado à morte de células neurais como sendo uma das principais causas de doenças neurodegenerativas, incluindo doença de Alzheimer e doença de Parkinson. O objetivo deste estudo é verificar a ação do peróxido de hidrogênio sendo um modelo de estresse oxidativo em células de neuroblastoma humano. Busca-se analisar a partir de qual concentração ocorre um estresse significante nas células e, em conjunto, verificar esse limiar de concentração em diferentes tempos de ação nas células. Os experimentos realizados compreenderam as análises de atividade mitocondrial obtido por meio do teste de corante tetrazólio (MTT), teste de viabilidade celular utilizando o ensaio de azul de tripano, obtendo-se assim dados quantitativos e qualitativos. Foi possível observar que, a partir da concentração de 0,2 mM durante um intervalo de tempo de 2 horas houve uma diminuição significativa no número de células viáveis em relação ao grupo controle. E, acima dessa concentração, em relação ao tempo, ocorreram mais danos celulares.Item Viabilidade citotoxicidade pré e pós-tratamento de células SH-SY5Y com laser de baixa intensidade(2022-04-12) Zabeu, Antonieta Marques Caldeira; Silva, Newton Soares da; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Granato, Alessandro Eustáquio Campos; Fraga, Sónia Teixeira; Pacheco-Soares, Cristina; São José dos CamposDe acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a demência poderá afetar 75 milhões de pessoas em 2030, podendo chegar a 132 milhões em 2050. A demência caracteriza-se pela perda gradual da memória e outras habilidades cognitivas que prejudicam a execução de ações básicas diárias dos indivíduos acometidos, sendo os mais conhecidos a Demência Vascular, Demência com Corpos de Lewy, mal de Parkinson, e a Doença de Alzheimer (DA), a qual sozinha corresponde a 60 – 90 % dos casos de demência. A ciência, atualmente, já tem medicamentos eficientes que retardam o processo degenerativo e outras terapias também são utilizadas para coibir a progressão da neurodegeneração, dentre estas, há a fotobiomodulação. Os efeitos fotofísicos, fotoquímicos e fotobiológicos da Terapia á Laser de Baixa Intensidade (TLBI) ou Diodo emissor de luz (LED) mostram-se eficientes na prevenção e retardo de processos degenerativos. No presente trabalho, busca-se avaliar o comportamento da célula SH-SY5Y, modelo celular para estudos de doenças degenerativas como DA, frente à irradiação com TLBI e observar alterações ocorridas quanto à viabilidade celular, atividade mitocondrial e citotoxicidade. As células foram irradiadas com laser de baixa intensidade (830 nm, 200 mW, spot size 0,1075 cm2, modo contínuo) com energias de 1, 5, 10, 15 e 20 J, em sequência, foram induzidas ao estresse oxidativo por peróxido de hidrogênio e tratadas com TLBI pré e pós-estresse. As avaliações foram feitas pelo ensaio com Cristal Violeta, potencial de membrana mitocondrial, teste MTT, e ensaio de exclusão de células inviáveis pelo azul de tripano para avaliação de citotoxicidade. As análises estatísticas dos resultados foram realizadas por ANOVA Two-way e pós-teste de Tukey. Os resultados obtidos, dentro das condições experimentais e dos parâmetros pré-estabelecidos para o LBI, indicam que foi biomodulador o efeito da fototerapia para a viabilidade celular, não ocorreu morte celular por efeito citotóxico e houve ativação mitocondrial. Conclui-se que dentro das condições experimentais e dos parâmetros pré-estabelecidos para o LBI, as doses de energia entregues ao modelo celular SH-SY5Y que tiveram melhor interação foram 5, 10 e 15 J.