Navegando por Assunto "Fatores socioculturais"
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Item Análise social dos fatores que influenciam o desenvolvimento infantil e sua relação com a manifestação do Transtorno de Personalidade Antissocial(2025-12-08) Beltrame, Elisabete Cristina Carnio; Strauss, Christiana Villela de Andrade; Terra-Candido, Bruna Mares; Olímpio, Stefani Cristina Pereira; Ferreira, Tatiane Gavazzi de Campos; São José dos CamposEsta pesquisa investigou a relação entre o desenvolvimento da personalidade na infância, as influências socioculturais e a manifestação de comportamentos associados ao Transtorno de Personalidade Antissocial, com base na Psicologia Histórico-Cultural. Ressalta-se que essa pesquisa não teve como foco a discussão sobre o diagnóstico clínico, mas sim a compreensão dos fatores socioculturais, que podem ter contribuído para a formação do sujeito e modos de funcionamento ao longo do desenvolvimento humano. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão de literatura narrativa, de abordagem qualitativa, que utilizou produções científicas disponíveis em bases como SciELO, Google Acadêmico, Pepsic e PubMed, selecionadas por descritores relacionados ao desenvolvimento infantil, Psicologia Histórico-Cultural e transtornos de comportamento. Com a análise realizada, foi possível verificar que, para prevenção da manifestação do Transtorno de Personalidade Antissocial, os principais fatores de proteção durante a infância estão relacionados à qualidade das interações estabelecidas. Ambientes acolhedores e saudáveis, a presença de figuras de cuidado estáveis e responsáveis, bem como o suporte oferecido pelo ambiente escolar, mostram-se fundamentais para a formação de vínculos seguros e para o desenvolvimento saudável da personalidade. Além disso, a literatura aborda que quando o Transtorno de Personalidade Antissocial é identificado, algumas intervenções se mostraram eficazes na redução de comportamentos de risco, tais como a inserção em atividades sociais, a participação em programas de reabilitação em ambientes institucionais, o uso de recursos farmacológicos, o fortalecimento de políticas públicas e a implementação de intervenções psicossociais, educativas e ocupacionais.