Navegando por Assunto "Fotobiomodulação"
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Item Análise dos efeitos da fotobiomodulação na fadiga do músculo bíceps braquial de indivíduos hígidos: avaliação por eletromiografia e dinamometria(2020-06-03) Lima, Fernanda Pupio Silva; Lima, Mário Oliveira; Filoni, Eduardo; Souza, Gabriela Aparecida da Silveira; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; São José dos CamposA fadiga muscular é ocasionada por meio de alterações bioquímicas que modificam a mecânica da contração muscular, as quais resultam em alterações negativas na performance da contração. Diversos recursos são estudados com o intuito de atenuar este quadro, dentre eles pode-se citar a fotobiomodulação. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da fotobiomodulação na fadiga do músculo bíceps braquial de indivíduos hígidos. Foi realizado um ensaioclínico, cruzado, comparativo, randomizado, placebo, duplo-cego. O estudo foi composto por 14 voluntáriosdo gêneromasculino com idade entre 20 e 30 anos (22±3,7), altura média de 165±7,7 cm, peso de 71±14kg e índice de massa corporal (IMC) de 16±0 kg/m2.Os voluntários foram divididos em dois grupos (grupo placebo e grupo PBMT) e todos os indivíduos passaram por todos os grupos. Para a indução da fadiga muscular foram realizadas três Contrações Isométricas Voluntárias Máximas com duração de 50 segundos e intervalo de 50 segundos, utilizando um dinamômetro computadorizado acoplado ao eletromiógrafo de superfície. Durante a CVMI foi avaliado o sinal eletromiográfico e a forçamuscular.A intensidade dolorosa foi avaliada antes do protocolo, imediatamente,24 horas e 48 horas após o protocolo. A fotobiomodulação foi aplicada antes do protocolo de indução de fadiga (diodo laser, 808nm, 100mW, 3J/ponto, 9 pontos). Foi possível observar nos resultados que o grupo PBMT apresentou queda menos acentuada da força muscular e dos sinais eletromiográficos. Em relação a intensidade dolorosa não houve diferença entre os grupos. Conclui-se, portanto,que a aplicação da fotobiomodulação no comprimento do infravermelho possui efeitos positivos na redução da fadiga muscular.Item Análise termográfica do fibro-edema gelóide (FEG) após a irradiação com laser(2021) Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Marques, Ricardo Henrique; Lima, Mário Oliveira; Barbosa, Elaine da Silva; Lima, Fernanda Pupio Silva; São José dos CamposNa busca pela beleza e estética o cuidar da pele é muito importante, visto ser o maior órgão do corpo. Nos últimos anos a estética desenvolveu novos métodos, que associam técnicas manuais, cosmetologia e tecnologia para a busca do“corpo perfeito”,da pele lisa, sem irregularidades e discromias. Entre as alterações consideradas inestéticas, a celulite é a que mais incomoda as mulheres. Na tentativa de esclarecer o termo “celulite”, ou Fibro-edema Gelóide (FEG) alguns autores iniciaram estudos sobre a pele humana e o tecido subcutâneo. Por meio da biópsia (até a fáscia lata) das coxas e nádegas, observaram o tecido subcutâneo da região é composto por três camadas de gordura com dois planos de tecido conjuntivo entre eles. Além das alterações histológicas, a FEG apresenta também disfunções multifatoriais, com presença de alterações vasculares, inflamatórias, hormonais e estruturais. No dia a dia clínico, o diagnóstico é baseado na história do paciente, exame clínico, mas avaliações mais detalhadas podem ser realizadas como biopsias, exames de imagens termográficas e vasculares, entre outros. A Termografia Infravermelha Computadorizada (TIC), técnica não invasiva e não radioativa, avalia funções fisiológicas envolvidas no controle da temperatura da pele. A tecnologia registra apenas a radiação natural emitida pelo corpo, sem apresentar nenhum efeito ionizante ou prejudicial, sendo perfeitamente seguro para uso clínico. A Terapia de fotobiomodulação utilizando lasers e LEDs tem sido utilizada para o tratamento do FEG. Laser e LEDs de baixa intensidade são utilizados, e demonstram razoável efetividade. No entanto, a questão da penetração da luz em tecidos mais profundos sempre é uma pergunta a ser respondida. Desta forma, os Lasers Classe IV surgem como uma nova opção de tratamento para disfunções estéticas como o FEG. Diversos autores questionam o uso desta tecnologia, tendo em vista a ausência de estudos de segurança térmica para o paciente. Para responder a essa questão, este estudo propõe avaliar os efeitos térmicos do laser Classe IV na região de latero-posterior de coxa, além de diferenciar áreas com e sem FEG, comparando perfil térmico entre homens e mulheres. O resultado deste estudo permite concluir que a TIC é uma ferramenta útil para diagnosticar o FEG. Além disso, evidencia as diferenças clássicas já descritas entre homens e mulheres quanto ao padrão termográfico. Especialmente, respondendo a questão inicialmente formulada, demonstramos que o laser Classe IV, quando aplicado em modo varredura é uma tecnologia totalmente segura e não causa qualquer aquecimento significativo em homens e mulheres, na região do quadril.Item Desenvolvimento de um dispositivo marcador colar cervical para a utilização na laserterapia da técnica ILIB(2020-10-19) Gonçalves, Érika Peterson; Simioni, Andreza Ribeiro; Sibelino, Sônia Khouri; Liu, Andréa Santos; Meirelles, Luciana Rodrigues Chaves; São José dos CamposO desenvolvimento de técnicas de terapias não invasivas e que apresentem efeitos colaterais reduzidos tem crescido no mercado mundial. A Fotobiomodulação também conhecida como laserterapia, trata-se de um tratamento que foi desenvolvido com este intuito, em particular a técnica de terapia conhecida no mercado como ILIB. O uso da luz vermelha na técnica ILIB tem tido seus efeitos comprovados na reparação, na ação anti-inflamatória, na ação circulatória e na biomodulação de pacientes sejam eles imunosuprimidos ou não; inclusive em tratamentos de diversas doenças em ambientes hospitalares. Visando aperfeiçoar e ampliar o efeito sistêmico da fotobiomodulação localizada, o dispositivo colimador para o tipo marcador em forma de colar e ou pulseira para diversas regiões do corpo foi desenvolvido para a aplicação e utilização em aparelhos de fototerapia com potência de 5 mW a 500 mW, cuja técnica é conhecida no mercado como ILIB transdérmico. O produto foi desenvolvido utilizando-se as técnicas de seleção de materiais e processos propostas por Ashby baseando-se em melhorias quanto à segurança e conforto do paciente, e as características térmicas do material. As dimensões do protótipo foram baseadas nos produtos comerciais buscando melhorar a estabilidade de encaixe do equipamento almejando proporcionando melhor confiabilidade na técnica aplicada. Por estas análises determinou-se que os protótipos foram produzidos em politetrafluoroetileno (PTFE) por usinagem de tarugos comerciais.Item Efeito da fotobiomodulação com laser de baixa intensidade na fadiga muscular de bíceps braquial: análise por termografia infravermelha e dinamometria(2021-05-03) Lima, Mário Oliveira; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Mendes, Alessandro Corrêa; Marcos, Rodrigo Labat; Cogo, José Carlos; Stamborowski, Sadi Fernando; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; São José dos CamposA fadiga muscular(FM)é ocasionada por meio de alterações bioquímicas que modificam a mecânica da contração muscular, as quais resultam em alterações negativas na performance da contração. Diversos recursos são estudados com o intuito de atenuar este quadro, dentre eles pode-se citar a fotobiomodulação. Neste contexto, a termografia infravermelha é aplicada em esportes sob a justificativa de que as mudanças na temperatura da pele podem se correlacionar com processos inflamatórios ou com a FM.Portanto o objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da fotobiomodulação na fadiga e na temperatura do músculo bíceps braquial.Para tal,foi realizado um estudo cruzado, na qual 14 voluntários do gênero masculino com idade entre 20 e 30 anos passaram pelos seguintes grupos: Controle, Placebo e Laser (PBMT). Para a indução da FMforam realizadas três Contrações Isométricas Voluntárias Máximas(CIVM) com duração de 50 segundos e intervalo de 50 segundos, utilizando um dinamômetro computadorizado. Durante a contração isométrica voluntária máxima foram avaliadosa força muscular e a temperatura por infravermelho aos 0, 5, 10 e 15 minutos após os testes. Foi possível observar, através de uma câmera termográfica as variações de temperaturas cutâneas, sendo queo grupo Laser apresentou queda menos acentuada da força muscular, evidenciando menor índice de fadiga muscular (p>0,05) em relação aos demais grupos. Na análise da temperatura o grupo Controle apresentou a maior média de temperatura, apresentando diferença significativa apenas para o Placebo. Os resultados sugerem que o grupo Controle apresentou o maior degaste físico, uma vez que houve uma elevação estatisticamente relevante em relação à temperatura basal. Já o grupo Laser apresentou efeito positivo na atenuação da FM e na termorregulação corporal, pois ocorreu um platô de valores térmicos nos períodos seguintes à FM.Salienta-se ainda que a variação de força nos instantes iniciais e finais, quando avaliados intergrupos, apresentaram resultados estatisticamente relevantes entre o grupo controle e laser.No presente estudo, podemos concluir o seguinte: A PBMT aplicada no músculo bíceps braquial de indivíduos hígidos, durante a realização de protocolos de fadiga, promoveu a atenuação da FM; A análise da força muscular demonstrou que os voluntários irradiados apesentaram menor variação durante os protocolos testados, sugerindo otimização do desempenho muscular; A PBMT contribuiu para a melhora da termorregulação corporal, avaliado pela termografia infravermelha, durante os protocolos de FM.Item Efeito da fotobiomodulação e drenagem linfática na lipodistrofia ginoide(2024-04-09) Ferreira-Strixino, Juliana; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Lima, Fernanda Pupio Silva; Núñez, Silvia Cristina; Dias, Marcella de Sousa; São José dos CamposA lipodistrofia ginoide é uma alteração na topografia da pele, causada por alterações estruturais e inflamatórias no tecido subcutâneo e estima-se que sua incidência esteja em torno de 95% das mulheres em idade reprodutiva. Não há tratamento padrão-ouro estabelecido na literatura para lipodistrofia ginoide. A drenagem linfática associada a fotobiomodulação pode contribuir no tratamento por meio da redução do edema, aumento da circulação sanguínea e linfática e modulação do processo inflamatório local. O objetivo deste estudo foi avaliar a ação da fotobiomodulação associada à drenagem linfática no tratamento da lipodistrofia ginoide. Trata-se de um estudo clínico unicêntrico comparativo randomizado com 15 participantes do sexo feminino, com lipodistrofia ginoide na região dos glúteos e posterior da coxa, divididas em 3 grupos com 5 participantes. O grupo A (controle) foi tratado apenas com drenagem linfática manual, o grupo B foi tratado com drenagem linfática manual associado à aplicação de luz em 660 nm localmente, seguido de aplicação de luz em 808 nm localmente e nos gânglios linfáticos, e o grupo C foi tratado com drenagem linfática manual associado à aplicação de luz em 590 nm simultânea a aplicação de luz em 808 nm localmente e nos gânglios linfáticos. Houve aumento no nível de satisfação das participantes em relação à lipodistrofia ginoide. Houve ainda redução de 2 cm na perimetria de quadril do grupo A, 2,6 cm do grupo B e 1,8 cm do grupo C. Não houve mudança no grau da lipodistrofia ginoide em nenhuma das participantes e não houve diferenças estatisticamente significativas entre as imagens de antes e depois de nenhum dos grupos. Neste estudo não foram encontradas evidências de que a fotobiomodulação associada à drenagem linfática é eficaz no tratamento da lipodistrofia ginoide.Item Efeito da fotobiomodulação na fadiga muscular de bíceps braquial em indivíduos espásticos(2021-05-06) Lima, Mário Oliveira; Simioni, Andreza Ribeiro; Lucareli, Paulo Roberto Garcia; Spinelli, Bruna Moreira de Oliveira; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; São José dos CamposA espasticidade pode ser desencadeada pelo Acidente Vascular Encefálico (AVE), doença que acomete o sistema nervoso central (SNC). As alterações neuromusculares e bioquímicas geradas pela espasticidade tornam o músculo mais propenso à fadiga. Isso influencia negativamente nas atividades de vida diária e na qualidade de vida do paciente. Pesquisas tem utilizado a fotobiomodulação como recurso para melhorar a performance muscular, no entanto, pouco se sabe sobre seu efeito na fadiga muscular espástica. Desse modo, o objetivo desse trabalho é avaliar a atividade mioelétrica e a força isométrica máxima do músculo bíceps braquial espástico após a aplicação da fotobiomodulação, além de avaliar a intensidade dolorosa e a intensidade de esforço antes, logo após o protocolo de força, e depois de 24 horas e 48 horas. Trata-se de um estudo clínico, cego, cruzado, randomizado, no qual foram selecionados 7 indivíduos que apresentavam espasticidade em membro superior, com idade média de 51±14,16 anos. Os voluntários foram divididos em 3 grupos: controle, fotobiomodulação (PBMT) e placebo; de forma que todos compuseram em algum momento todos os grupos. Foi aplicado a PBMT (diodo laser, 808nm, 100mW, 3J/ponto, 9 pontos) no músculo bíceps braquial antes do protocolo de força. O protocolo consistiu em 3 contrações voluntárias máxima isométrica (CVMI) de bíceps braquial por 50 segundos seguido de 50 segundos de repouso a cada contração. Durante a CVMI, foi mensurada a força e sinal eletromiográfico. Foi observado aumento da força (p = 0,0025) e da atividade elétrica muscular (p = 1,91-6) no PBMT, porém o valor da frequência média da eletromiografia se mostrou superior no grupo placebo (p = 1,91-5). A avaliação da dor mostrou que apenas o grupo PBMT apresentou dor imediata em repouso e em movimento (p ? 0,05), não houve realce da dor após 24 e 48 horas para ambos os grupos. Segundo a avaliação de esforço, ambos os grupos não apresentaram exaustão (p ? 0,05). Com esses achados pode-se concluir que a fotobiomodulação contribuiu para o aumento da força e da ativação elétrica muscular, também desencadeou maior sensação dolorosa no grupo PBMT.Item Efeitos da fotobiomodulação no crescimento de bactérias intestinais(2020-10-02) Silva, Newton Soares da; Ferreira-Strixino, Juliana; Junqueira, Juliana Campos; Supino, Carolina; São José dos CamposIntrodução: A enterocolite necrotizante é uma doença inflamatória intestinal que ocorre no récem-nascido, mais comumente no prematuro. É a principal causa de morte por doenças gastrointestinais em neonatos, e caracterizada pelo desenvolvimento de necrose intestinal difusa no prematuro submetido a estresse. A alta incidência e a falta de estratégias de tratamentos efetivas sugerem que novas abordagens para o tratamento da doença são necessárias. É neste contexto que surge a possibilidade do uso da fotobiomodulação como modalidade terapêutica. Porém, os estudos sobre a utilização da fotobiomodulação em bactérias intestinais são escassos. Objetivo: Estudar o efeito da fotobiomodulação utilizado em parâmetros clínicos no crescimento de bactérias comumente presentes na microbiota do recém nascido. Metodologia: Foram escolhidos 4 cepas de bactérias para serem estudadas, sendo duas pertencentes a microbiota intestinal saudável, Lactobacillus acidophilus e Lactobacillus reuteri e duas baterias patogênicas, Escherichia coli e Staphylococcus aureus. Essas bactérias foram cultivadas em crescimento planctônico e irradiadas com LED em comprimento de onda 660 nm e uma densidade de potência de 0,025 W/cm2, em fluências de 1, 5 e 10 J/cm2. A avaliação do crescimento celular foi realizada através de leituras por absorvância nos períodos de 4h, 24h e 48h após irradiação. Resultados: O crescimento de L. acidophilus, L. reuteri e S. aureus não sofreu biomodulação em nenhuma das fluências. O crescimento de E. coli foi estimulado em 1 J/cm2 quando comparado ao grupo Controle, com significância estatística (p<0,005). Nas demais fluências não houve bioestimulação para a bactéria E.coli. Conclusão: O uso do comprimento de onda de 660 nm nas fluências de 5 J/cm2 e 10 J/cm2 nas bactérias estudadas não levou a uma alteração na velocidade de crescimento significativo.Item Fotobiomodulação aplicada à neuralgia pós-herpética: estudo clínico, randomizado, duplo cego e controlado(2020-03-30) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Lima, Mário Oliveira; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Marcos, Rodrigo Labat; Silva, Erick Giovanni Reis da; São José dos CamposA neuralgia, sintoma mais comum em pacientes acometidos por Herpes zoster (Hz), caracteriza-se por dor neuropática crônica no trajeto do nervo afetado, com persistência mínima de um mês, e início entre um e seis meses após a cura das erupções cutâneas. Após o desaparecimento das lesões, o paciente pode desenvolver neuralgia pós-herpética (NPH), com prejuízos expressivos à qualidade de vida. A terapia convencional medicamentosa não fornece resultados satisfatórios em curto prazo, deixando o paciente, na maioria dos casos, em estado contínuo de dores neurais. Diante disso, o uso da Terapia a Laser de Baixa Intensidade (TLBI) surge como nova abordagem terapêutica à neuralgia pós-herpética. O objetivo do presente estudo é avaliar a ação da laserterapia no tratamento da neuralgia pós herpética, com relação ao alívio da dor e melhora da qualidade de vida. É um estudo clínico prospectivo, randomizado, controlado e duplo cego, aplicado a uma população composta por 12 participantes diagnosticados com NPH. Os participantes foram alocados aleatoriamente em 2 grupos: Grupo Placebo (P- tratamento medicamentoso padrão) e Fotobiomodulação (PBM- cluster com três lasers de GaAlAs, 660 nm, 100mW, irradiação pontual, 40 s/ponto, total de 4 J/cm2 por ponto). A dor foi avaliada pela Escala Visual Analógica da dor (EVA) e a algometria, utilizando o analgesímetro digital. Para avaliar a qualidade de vida, foi aplicado o Questionário de Avaliação da Qualidade de Vida (SF-36). Os dados coletados, foram tabulados e analisados com o auxílio do programa GraphPad Prism®, versão 7, e o teste de Kolmogorov-Smirnov, para análise da distribuição dos dados de todos os parâmetros do estudo (EVA, algometria e SF36), com nível de significância de 5% (p<0,05). Os resultados do presente estudo demostraram que a análise da dor, pelo EVA apresentou diferenças estatísticas significativas na comparação intergrupo, e tanto grupo P quanto o grupo PBM apresentaram melhora da dor. Os resultados da algometria não apresentaram significância estatística (p>0,05) em relação à redução da dor em ambos os grupos. Por outro lado, na análise da qualidade de vida, o grupo P apresentou melhora significativa somente em um dos oito domínios analisados, enquanto o grupo PBM apresentou melhora em cinco dos oito domínios analisados. Portanto, nas condições e com a metodologia utilizada no presente estudo, conclui-se que o protocolo clínico proposto apresentou redução na percepção da dor, com consequente melhora na qualidade de vida na maioria (62,5%) de todos os aspectos avaliados. Esses resultados são importantes e podem nortear novas pesquisas clínicas que objetivem o uso da fotobiomodulação no tratamento da NPH.Item Viabilidade citotoxicidade pré e pós-tratamento de células SH-SY5Y com laser de baixa intensidade(2022-04-12) Zabeu, Antonieta Marques Caldeira; Silva, Newton Soares da; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Granato, Alessandro Eustáquio Campos; Fraga, Sónia Teixeira; Pacheco-Soares, Cristina; São José dos CamposDe acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a demência poderá afetar 75 milhões de pessoas em 2030, podendo chegar a 132 milhões em 2050. A demência caracteriza-se pela perda gradual da memória e outras habilidades cognitivas que prejudicam a execução de ações básicas diárias dos indivíduos acometidos, sendo os mais conhecidos a Demência Vascular, Demência com Corpos de Lewy, mal de Parkinson, e a Doença de Alzheimer (DA), a qual sozinha corresponde a 60 – 90 % dos casos de demência. A ciência, atualmente, já tem medicamentos eficientes que retardam o processo degenerativo e outras terapias também são utilizadas para coibir a progressão da neurodegeneração, dentre estas, há a fotobiomodulação. Os efeitos fotofísicos, fotoquímicos e fotobiológicos da Terapia á Laser de Baixa Intensidade (TLBI) ou Diodo emissor de luz (LED) mostram-se eficientes na prevenção e retardo de processos degenerativos. No presente trabalho, busca-se avaliar o comportamento da célula SH-SY5Y, modelo celular para estudos de doenças degenerativas como DA, frente à irradiação com TLBI e observar alterações ocorridas quanto à viabilidade celular, atividade mitocondrial e citotoxicidade. As células foram irradiadas com laser de baixa intensidade (830 nm, 200 mW, spot size 0,1075 cm2, modo contínuo) com energias de 1, 5, 10, 15 e 20 J, em sequência, foram induzidas ao estresse oxidativo por peróxido de hidrogênio e tratadas com TLBI pré e pós-estresse. As avaliações foram feitas pelo ensaio com Cristal Violeta, potencial de membrana mitocondrial, teste MTT, e ensaio de exclusão de células inviáveis pelo azul de tripano para avaliação de citotoxicidade. As análises estatísticas dos resultados foram realizadas por ANOVA Two-way e pós-teste de Tukey. Os resultados obtidos, dentro das condições experimentais e dos parâmetros pré-estabelecidos para o LBI, indicam que foi biomodulador o efeito da fototerapia para a viabilidade celular, não ocorreu morte celular por efeito citotóxico e houve ativação mitocondrial. Conclui-se que dentro das condições experimentais e dos parâmetros pré-estabelecidos para o LBI, as doses de energia entregues ao modelo celular SH-SY5Y que tiveram melhor interação foram 5, 10 e 15 J.