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Navegando por Assunto "Matriz extracelular descelularizada"

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    Desenvolvimento e caracterização de membrana híbrida composta por membrana amniótica e nanofibras de policaprolactona para terapia regenerativa
    (2026-04-08) Sant'Anna, Luciana Barros; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Vasconcellos, Luana Marotta Reis de; Calheiro, Gabriela Antonia Tie; Oliveira, Ivone Regina de; São José dos Campos
    A membrana amniótica humana (MAh) apresenta propriedades que atendem os principais pilares da engenharia de tecidos: células, estrutura e fatores de crescimento. Nesta área, a aplicação da MAh expandiu-se, mas com limitações devido à sua espessura reduzida e a rápida taxa de degradação comparada a outros scaffolds. Para superar essas limitações e ampliar a aplicabilidade, estratégias vêm sendo propostas para criação de biomateriais híbridos derivados de MAh. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo desenvolver uma membrana híbrida composta de multicamadas de MAh combinadas por eletrofiação de fibras ultrafinas de policaprolactona (PCL) para uso na terapia regenerativa. Para isso, foram coletadas 7 placentas, a MAh foi processada sob condições estéreis e dividida em três grupos experimentais: controle (MAh-C), descelularizada (MAh-D) e membrana híbrida com policaprolactona (MAh-PCL). O grupo MAh-C, correspondeu a MAh in natura criopreservada a -80°C em solução de DMEM/glicerol; o grupo MAh-D foi composto pela membrana descelularizada por método químico/físico; e o grupo MAh-PCL correspondeu a membrana híbrida de MAh associada a fibras eletrofiadas de PCL. A membrana eletrofiada de policaprolactona sem associação da MAh correspondeu ao grupo PCL controle (PCL-C). Os grupos MAh-C e MAh-D foram avaliados por microscopia óptica pela coloração de Hematoxilina e Eosina (HE) e teste de viabilidade celular (MTT) para análise da eficácia do processo de descelularização. O grupo PCL-C foi analisado antes e após a modificação da membrana para a confecção da MAh-PCL. As amostras foram caracterizadas quanto à morfologia superficial por microscopia eletrônica de varredura, composição biomolecular por espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier (FTIR-ATR), molhabilidade, análise termogravimétrica, degradação in vitro e resistência mecânica nos quatro grupos experimentais. A coloração de HE demonstrou a eficácia do processo de descelularização do grupo MAh-D, com a remoção das células, exposição da membrana basal e preservação das demais estruturas. O ensaio de MTT demonstrou redução significativa da atividade mitocondrial no grupo MAh-D, confirmando a efetividade do protocolo. As eletromicrografias apresentaram a remoção de microvilos e a exposição da membrana basal, além da preservação da arquitetura colágena após a descelularização, assim como do padrão de fibras do grupo PCL-C. A espectroscopia FTIR- ATR, demonstrou preservação da integridade predominantemente proteica da MAh após a descelularização, a adição de novos picos associados à modificação das membranas de PCL, assim como alterações espectrais referentes a integração da MAh-D e da PCL-C modificada na MAh-D. A análise de molhabilidade indicou maior hidrofobicidade da PCL-C em contraste à hidrofilia da MAh-D, enquanto a membrana híbrida apresentou comportamento hidrofílico com menor capacidade de absorção que a MAh-D, mas com maior capacidade que o PCL. Os ensaios térmicos evidenciaram novos eventos de degradação da PCL associados aos grupos funcionais enxertados, os quais também se manifestaram na membrana híbrida. A degradação in vitro mostrou menor perda de massa de MAh-D em relação à MAh-C, aumento da taxa de degradação do PCL após modificação e comportamento intermediário da MAh-PCL entre os grupos controle. A membrana híbrida aumentou a espessura das amostras e mostrou desempenho mecânico melhor que a PCL-C modificada, porém inferior à MAh-D. Os protocolos de descelularização da MAh e de modificação da membrana de PCL foram eficazes, gerando uma membrana híbrida MAh-PCL estável e com potencial uso para terapia regenerativa.

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