Navegando por Assunto "Menopausa"
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Item Efeitos do exercício físico na sarcopenia em mulheres na menopausa(2025-12-10) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Ribeiro, Mateus Machado Mendes; Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; São José dos CamposA menopausa representa um marco biológico e fisiológico na vida da mulher caracterizado por intensas alterações hormonais, principalmente pela redução dos níveis de estrogênio e progesterona que influenciam diretamente o metabolismo, a densidade óssea e a composição corporal. Essas mudanças aumentam a vulnerabilidade à sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular que compromete a funcionalidade e a qualidade de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar o impacto da prática regular de exercícios físicos na prevenção e no controle da sarcopenia em mulheres na menopausa. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter analíticodescritivo e exploratório, conduzida por meio de uma revisão da literatura científica. As fontes utilizadas incluíram bases de dados como Google Acadêmico, PubMed e Scielo. Os resultados da revisão evidenciaram que a menopausa, composta pelas fases de perimenopausa, menopausa e pós-menopausa, acarreta transformações fisiológicas que afetam diretamente a massa muscular e a densidade óssea, aumentando o risco de quedas, fraturas e doenças cardiovasculares. A literatura analisada destacou o exercício físico, especialmente o treinamento resistido, como uma estratégia eficaz para retardar o avanço da sarcopenia, promover o ganho de força e preservar a massa magra. Estudos indicaram também que o exercício físico exerce efeitos positivos sobre a saúde mental, controlando sintomas como insônia, irritabilidade e alterações de humor. Entretanto fatores psicossociais e motivacionais ainda representam barreiras à adesão e manutenção da prática regular de atividade física. Conclui-se com os dados obtidos que o exercício físico constitui uma intervenção não farmacológica essencial para a prevenção e o manejo da sarcopenia durante a menopausa. Além de preservar a massa muscular e melhorar a funcionalidade, a prática regular de exercícios contribui para o equilíbrio metabólico, o bem-estar psicológico e o envelhecimento saudável. Dessa forma, o exercício físico, quando orientado por profissionais qualificados, é um instrumento fundamental na promoção da qualidade de vida de mulheres nesse período de transição fisiológica.Item Os efeitos da prática do treinamento resistido nos sintomas da menopausa(2025-12-15) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Sermarini, Marcia dos Santos; Silva, Victor Sanz Milone; Landim, Dara Milena dos Santos; São José dos CamposA menopausa representa um marco fisiológico natural na vida da mulher, caracterizado pela cessação dos ciclos menstruais e pela redução significativa na produção dos hormônios estrogênio e progesterona, resultando em diversos sintomas físicos e psicológicos que comprometem a qualidade de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo verificar os efeitos do treinamento resistido nos sintomas da menopausa, destacando seus benefícios fisiológicos e emocionais. Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica de caráter descritivo, analítico e exploratório, desenvolvida a partir de artigos científicos, livros e periódicos disponíveis em plataformas como Google Acadêmico e SciELO. Foram abordados estudos que analisaram a relação entre a prática regular de musculação e a atenuação dos sintomas característicos do climatério, incluindo ondas de calor, distúrbios do sono, alterações de humor, perda de massa magra e redução da densidade óssea. Os resultados indicam que o treinamento resistido contribui para a manutenção e o aumento da massa muscular, melhora da densidade óssea, da composição corporal e redução de sintomas psicológicos, como ansiedade, depressão e irritabilidade. Além disso, observa-se melhora na qualidade do sono e da autoestima, favorecendo o bem-estar geral. Constatou-se que a prática regular e supervisionada do treinamento resistido constitui uma estratégia não farmacológica eficaz para minimizar os efeitos decorrentes da deficiência hormonal durante a menopausa e pós-menopausa. O estudo destaca a importância da individualização dos protocolos de treino e sugere que futuras pesquisas aprofundem a análise sobre diferentes intensidades, volumes e frequências de exercícios, a fim de ampliar as evidências científicas sobre seus benefícios para essa população.