Navegando por Assunto "Reabilitação cardiorrespiratória"
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Item Análise dos sinais vitais e do desempenho cardiorrespiratório de pessoas com disfunções neurológicas após realização de um protocolo de reabilitação(CDRR Editors) Lopes, Taciana; Pinto, Ana Paula; Lemos, Sérgio Luiz; Carolina Lobo Guimarães; Abreu, Élida Goulart de; Machado, Douglas Vinicius de Souza; Lopes-Martins, Rodrigo Álvaro Brandão; Lima, Mário de Oliveira; Lima, Fernanda Pupio SilvaEste estudo teve como objetivo avaliar os sinais vitais e o desempenho cardiorrespiratório (velocidade média durante o treino aeróbico) de pessoas com disfunções neurológicas após realização de um protocolo de reabilitação. Participaram 14 voluntários de ambos os gêneros, entre 18 a 85 anos. Ao longo do protocolo foram coletados os sinais vitais durante o repouso inicial; esforço e recuperação. Foram avaliados parâmetros como: pressão arterial (PA), saturação periférica de oxigênio (SpO2), frequência cardíaca (FC), escala de percepção subjetiva de esforço (BORG) e velocidade média da marcha em um programa de reabilitação cardiorrespiratória durante 12 semanas, totalizando 24 sessões, sendo que cada sessão teve duração de 1 hora. Verificou-se que a frequência cardíaca de recuperação pós exercício reduziu em relação aos esforços, mas não retornou aos valores basais com diferença estatística. Por sua vez, a frequência cardíaca inicial durante o repouso ao longo do tratamento, apresentou diminuição significativa (p<0,05). O desempenho cardiorrespiratório se comportou em fases (fase inicial, intermediária, final), sendo que o resultado mais satisfatório ocorreu na fase final, a partir da 14ª sessão. A FC durante o esforço apresentou um aumento significativo de 6%. Assim, foi possível constatar que após a reabilitação cardiorrespiratória, a FCi diminuiu, ocorreu melhora do desempenho sem grandes variações de FC, PA e SpO2 durante o esforço, demonstrando que o tratamento foi benéfico e seguro para os voluntários com lesão do sistema nervoso central.Item Efeitos de um programa de reabilitação cardiorrespiratória associada a fotobiomodulação transcraniana em pessoas espásticas(2024-02-23) Lima, Mário Oliveira; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Oliveira, Virgínia Klausner de; Lopes‑Martins, Rodrigo Álvaro Brandão; Marcos, Rodrigo Labat; Pinto, Ana Paula; Lima, Fernanda Pupio Silva; São José dos CamposA espasticidade é consequência de lesões do sistema nervoso central e afeta os sistemas muscular, cardiovascular e pulmonar, resultando em mobilidade reduzida, diminuição da aptidão cardiorrespiratória e dependência nas atividades de vida diária. O exercício aeróbico e a fotobiomodulação transcraniana (FBMt) são terapias conhecidas pela melhora da oxigenação cerebral e neuroplasticidade, auxiliando no aumento da aptidão cardiorrespiratória e funcionalidade. O objetivo deste estudo foi validar um protocolo de reabilitação cardiorrespiratória (RCR) em pessoas espásticas, avaliar os efeitos da RCR isolada e associada à FBMt na função pulmonar, força muscular respiratória, tolerância ao exercício (TE), variabilidade da frequência cardíaca (VFC), atividade elétrica do reto femoral bem como a qualidade de vida. A pesquisa contou com a colaboração de 15 participantes com espasticidade, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Grupo fotobiomodulação transcraniana (GFBMt): constituído de 8 voluntários nos quais foi aplicada a FBMt (modo on) seguida da RCR; Grupo controle (GC): composto por 7 voluntários em que foi simulada a aplicação da FBMt (modo off) seguida da RCR. O protocolo da RCR incluiu exercícios aeróbicos e respiratórios, fortalecimento de membros inferiores, alongamentos, 2 vezes por semana durante 12 semanas. A FBMt (cluster de 6 lasers, 3 lasers: ?= 660 nm, 3 lasers: ?= 808 nm, potrncia 100 mW/laser, 6 J/laser) foi aplicada no início de cada sessão de tratamento, transcutâneamente, perpendicular em 3 regiões frontoparietal. Foram avaliados os seguintes parâmetros antes e após 8 e 12 semanas da aplicação do protocolo de tratamento: espirometria, manovacuometria, TE, VFC, eletromiografia de superfície (EMG) do músculo reto femoral e qualidade de vida (questionário SF-36). Observou-se aumento no índice pico de fluxo expiratório em 12 semanas (p<0,05). O GFBMt apresentou aumento da força muscular respiratória em 20% (8 semanas) e 15% (12 semanas). Ambos os grupos apresentaram aumento da TE, de 40% e 30%, para o GC e GFBMt, respectivamente. O GFBMt demonstrou frequência cardíaca de recuperação e índices do sistema nervoso simpático e parassimpático mais próximos ao fisiológico. A EMG evidenciou que o GFBMt obteve aumento da atividade elétrica do reto femoral durante os agachamentos e redução da diferença entre membros. Os escores do SF-36 foram maiores em quatro domínios pós reabilitação para o GC e dois domínios no GFBMt. Concluiu-se que durante o protocolo não houve intercorrências e, portanto, foi seguro e é válido para os pacientes com doenças neurológicas; que a reabilitação cardiorrespiratória promoveu a melhora da qualidade de vida e tolerância ao exercício e a terapia adicional da fotobiomodulação transcraniana demonstrou induzir a modulação na função da mecânica respiratória, da VFC, atividade elétrica muscular e nos aspectos físicos e dor do SF-36.