5 resultados
Resultados de Busca
Agora exibindo 1 - 5 de 5
Item Sistema microprocessado para avaliação de amplitude de movimento e da força muscular, do conjunto osteomioarticular, com a utilização de acelerômetro e giroscópio(2020-10-05) Lima, Mário Oliveira; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Silva, Alessandro Pereira; Lemos, Sergio Luiz; São José dos CamposIntrodução: A postura estável de um indivíduo é o resultado de um equilíbrio de forças concorrentes, no conjunto musculoesquelético, onde os músculos tem a função de gerar as forças necessárias para a estabilização esquelética. A condição de movimento com o domínio da capacidade funcional, é um fator importante na qualidade de vida, estado geral de saúde, vitalidade e saúde mental. Desta forma, a amplitude de movimento (ADM) e a força muscular são dois fatores muito relevantes para avaliação do conjunto musculoesquelético de um indivíduo, permitindo diagnóstico diferencial, prognóstico e tratamento de distúrbios musculoesqueléticos e neuromusculares. Objetivo: Desenvolver e validar um sistema para medição de ADM e forçamuscular, utilizando sensores inerciais, que realizem a aquisição de dados e permitam analisar o desempenho de movimentos no conjunto musculoesquelético. Métodos: Foram colocadossensores em cinco indivíduos hígidos, ambos os gêneros, onde os mesmos serão submetidos a sériesde movimentos, de flexão de cotovelo e joelho no dinamômetro isocinético Biodex System 3TM. As séries para ensaios de ADM foram sem carga, e as séries para ensaios de força foram com carga. A validação do sistema foi realizadacom a análise e comparação com os dados obtidos no dinamômetro isocinético. Resultados: O sistemadesenvolvidomostrou resultados confiáveis para a medida angular, validando o estudo. Com relação a força, este estudo não tem o intuito de fornecer dados da força como sendo absolutos,uma vez que a mesma é calculada a partir dos dados de variação angular do movimento. Omodeloutilizado permite obter dados quantitativos para a comparação em um mesmo indivíduo ao longo do tempo.Estudos futuros podem ser conduzidos para análise do melhor modo de uso ou representação deste modelo, ou mesmo, do seu aprimoramento.Conclusão: O sistema desenvolvido é um protótipo, mas tem a possibilidade de se tornaruma boa ferramenta para a área defisioterapia,abrindo também oportunidades de estudos na área da reabilitação sensório motora.Item Análise do comportamento eletromiográfico e da força durante a fadiga do musculo bíceps braquial(Universidade do Vale do Paraíba) Souza, Gabriela Aparecida da Silveira; Macedo, Humberto Gimenes; Klausner, Virginia; Cezarini, Marina Vedelago; Lemos, Sergio Luiz; Nascimento Filho, Alexandre Alves do; Corrêa, Marina; Spinelli, Bruna Moreira de Oliveira; Barbaroto, Douglas; Pinto, Ana Paula; Lima, Mario; Lopes-Martins, Rodrigo; Lima, Fernanda Púpio SilvaA fadiga muscular é definida como a incapacidade de manter a contração muscular e é ocasionada por alterações bioquímicas que modificam a mecânica da contração muscular, resultando em redução da performance atlética. O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento mioelétrico e a força de indivíduos hígidos durante a fadiga do músculo bíceps braquial. O estudo foi composto por 13 voluntários do sexo masculino com idade entre 20 e 30 anos (25±3,7). Para a indução da fadiga muscular foram realizadas três Contrações Isométricas Voluntárias Máximas (CIVM) com duração de 50 segundos e intervalo de 50 segundos, utilizando um dinamômetro computadorizado acoplado ao eletromiógrafo de superfície. Durante a CIVM foi avaliado o sinal eletromiográfico e a força. Foi possível observar nos resultados uma queda da força muscular e dos parâmetros avaliados por meio da eletromiografia durante a fadiga muscular. A partir da regressão linear dos dados obtidos por meio da eletromiografia e dinamometria foi possível obter o coeficiente angular da reta para cada teste (Teste 1, Teste 2 e Teste 3), nota-se que houve queda de todos os parâmetros avaliados por meio da eletromiografia de superfície e da força muscular, entretanto não houve diferença estatística entre os testes, demonstrando similaridade do comportamento do sinal entre os testes. Conclui-se, portanto, que os parâmetros eletromiográficos analisados (frequência média, frequência mediana e RMS) e a força apresentam um decréscimo durante a fadiga muscular induzida por meio da CIVM.Item Avaliação comparativa da distância percorrida, da função pulmonar e da qualidade de vida após reabilitação cardiorrespiratória com e sem fotobiomodulação transcraniana em indivíduos com espasticidade – Estudo piloto(CDRR Editor) Pinto, Ana Paula; Lemos, Sergio Luiz; Fagundes, Alessandra de Almeida; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Neves, Marcele Florêncio das; Lima, Fernanda Pupio Silva; Lima, Mário OliveiraO objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da reabilitação cardiorrespiratória (RC) isolada e associada a fotobiomodulação transcraniana (Ft) na distância percorrida (DP), função pulmonar e qualidade de vida de indivíduos com espasticidade. Os participantes foram alocados em dois grupos: Grupo fotobiomodulação transcraniana (GF, RC + Ft ativa, n=8) e Grupo placebo (GP, RC + Ft simulada, n=7). A RC consistiu em 12 semanas de tratamento, 2x semana por 1 hora, incluindo exercícios aeróbicos, respiratórios e resistidos de membros inferiores. Para Ft utilizou-se o cluster de laser (λ= 680 nm e 3 Lasers no λ= 808 nm, energia total de 36 J/ponto) nos pontos F7, F8, AFz. Foram avaliadas a DP, espirometria, manovacuometria e SF-36 na avaliação basal e reavaliação com 8 e 12 semanas. A DP aumentou em 165,43 metros e 222,46m em 12 semanas para GF e GP, respectivamente, com diferenças estatísticas intragrupos (p<0,05) e sem diferença intergrupos (p>0,05). Observou-se aumento no índice pico de fluxo expiratório apenas no GF na análise basal x12 semanas (p<0,05). O GF apresentou aumento da PImax e PEmax em 20% (8 semanas) e 15% (12 semanas). No SF-36, a diferença em relação ao basal, verificou-se os domínios aspectos físicos e dor para o GF comportamento de crescimento, e para o GP de decréscimo. Concluiu-se que a DP melhorou no GF e GP pós-intervenção, sem efeito potencializador do desempenho no GF e que a Ft parece ter influenciado na mecânica respiratória do GF e nos aspectos físicos e dor do SF-36.Item Transcranial photobiomodulation therapy associated with cardiorespiratory rehabilitation in spastic subjects(Springer Nature Link) Pinto, Ana Paula; Lemos, Sergio Luiz; Fagundes, Alessandra de Almeida; Neves, Marcele Florêncio das; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Silva, Fernanda Pupio; Silva, Mário OliveiraThe objective of this study was to evaluate the effects of cardiorespiratory rehabilitation (CR) and transcranial photobiomodu- lation (tPBM) on exercise tolerance (ET), heart rate variability (HRV), and peripheral muscle activity in individuals with spasticity. Fifteen participants with spasticity were randomly assigned to two groups: the tPBM group (tPBMG) consisted of eight volunteers who underwent tPBM (on mode) and CR, while the control group (CG) consisted of seven volunteers who underwent simulated tPBM (off mode) and CR. The CR program included 12 weeks of treatment, twice a week for one hour, involving aerobic exercises and lower limb strengthening. For tPBM, a cluster with three lasers (λ = 680 nm, 808 nm), with a power of 100 mW/laser and energy of 36 J, applied to the F7, F8, and Fpz points. The following parameters were evalu- ated after 8 and 12 weeks: ET, HRV, and surface electromyography (EMG) of the rectus femoris muscle during orthostasis (ORT), isometric squatting (ISOM), and isotonic squatting (ISOT). Both groups showed a 40% increase in ET for the CG and a 30% increase for the tPBMG. The CG had more pronounced parasympathetic modulation alterations during post-exercise effort and recovery compared to the tPBMG. The EMG results showed that the tPBMG exhibited progressive improvement in muscle activity during ISOM and ISOT, as well as a decrease in the interlimb difference. In conclusion, both CR and tPBMG demonstrated improvements in ET. However, tPBMG specifically showed promising effects on HRV modulation and peripheral muscle electrical activity, providing additional benefits compared to CR alone.Item Análise da performance muscular de atletas submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior após programa de reabilitação(CDRR Editor) Nogueira, Daniel Vilela; Lemos, Sergio Luiz; Carvalho Neto, Fernando Azevedo; Lima, Fernanda Pupio Silva; Lima, Mário OliveiraAs lesões ligamentares de joelho vêm sendo amplamente discutidas nos últimos anos, impulsionado pelo elevado número de casos na prática esportiva. O objetivo desse estudo foi comparar o desempenho muscular de atletas que participaram de um programa de reabilitação após reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), por meio de um software desenvolvido para avaliar parâmetros como pico de torque, trabalho total e potência muscular. Foram avaliados 59 atletas amadores, submetidos a reconstrução do LCA com enxerto do grupo muscular flexor, com 6 meses de reabilitação iniciada imediatamente a cirurgia. A avaliação foi constituída por 5 contrações isocinéticas concêntricas com velocidade constante de 60o/s para flexão e extensão do joelho realizadas no dinamômetro isocinético. Os dados obtidos foram analisados por meio do software Análise da Performance Muscular na Dinamometria Isocinética®, desenvolvido para a realização desse estudo. Os resultados obtidos permitiram observar uma diferença de mais de 10% entre os lados para o pico torque, trabalho total e potência máxima (p<0,05) sendo que o grupo muscular extensor apresentou valores menores para o lado operado. O grupo muscular flexor não apresentou diferença significativa das mesmas variávei. O software desenvolvido em linguagem C /Matlab permitiu melhor visualização, interpretação e análise da performance muscular, oferecendo resultados consistentes para todos os atletas avaliados. Os resultados indicam que os 6 meses de reabilitação não foram suficientes para promover simetria de força entre os lados para o grupo muscular extensor do joelho, indicando um risco de retorno ao esporte nesta fase do tratamento.