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Item Estudo sobre o impacto das telas na agressividade infantil(2025-12-05) Costa, Rodney Querino Ferreira da; Britto, Ana Karina de Castro; Ribeiro, Débora Inácia; Silva, Beatriz Lauren; Abreu, Giovanna Moraes de; Ribeiro, Maria Luiza Braga de Lima; São José dos CamposO presente trabalho buscou investigar os possíveis impactos do uso das telas (dispositivos de uso doméstico como telefones celulares, televisões e tablets) sobre a agressividade infantil, embasados em pesquisas de revisão de literatura. Com base nisto, foram examinados estudos dos principais teóricos sobre a agressividade, dando enfoque na investigação através do uso tecnológico juntamente ao desenvolvimento infantil, como síntese para a discussão dos respectivos impactos psíquicos decorrentes do uso de telas. A análise de dados foi feita através de uma revisão de literatura narrativa, permitindo uma perspectiva de possíveis resultados decorrentes do uso excessivo de telas. A literatura pesquisada apontou que o uso excessivo das telas na infância impacta o desenvolvimento cognitivo, podendo comprometer seu desenvolvimento emocional e favorecendo o predomínio de comportamentos disfuncionais, necessitando de uma atuação do psicólogo juntamente aos cuidadores e responsáveis.Item Entre a agressividade e a frustração: desafios da Educação Infantil sob a ótica da psicanálise(2025-12-15) Veloso, Lauro Take Tomo; Gimenez, Marina Albuquerque; São José dos CamposO presente trabalho tem como objetivo refletir, à luz da psicanálise, sobre os desafios relacionados à agressividade e à frustração na Educação Infantil, considerando os aspectos inconscientes que atravessam o comportamento das crianças nessa etapa do desenvolvimento. A pesquisa fundamenta-se em autores como Sigmund Freud, Donald Winnicott, Jacques Lacan, Leny Mrech e Paulo Freire, que contribuem para compreender a formação psíquica e a importância das emoções no processo educativo. De abordagem qualitativa e natureza bibliográfica, o estudo baseou-se na análise de obras e artigos científicos que discutem a constituição psíquica infantil, os conflitos emocionais e suas manifestações no contexto escolar. A investigação evidenciou que a agressividade e a frustração são expressões legítimas do desenvolvimento psíquico, sendo a frustração um elemento estruturante que possibilita à criança lidar com limites e com a alteridade. Observou-se que a falta de compreensão desses aspectos por parte dos educadores pode resultar em práticas punitivas, que reprimem em vez de elaborar as emoções. Nesse sentido, o olhar psicanalítico oferece à pedagogia contemporânea uma nova leitura sobre o comportamento infantil, favorecendo práticas de escuta, acolhimento e mediação. O trabalho destaca ainda o potencial do dispositivo da conversação como operador pedagógico, capaz de transformar conflitos em experiências de simbolização e aprendizagem. A análise revela que reconhecer os aspectos inconscientes no cotidiano escolar é fundamental para práticas pedagógicas mais humanizadas, nas quais a criança seja compreendida como sujeito de desejo e de linguagem, e não apenas como receptora de conteúdos.