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Item Cancelamento virtual(2021-11-21) Sermarini, Marcia dos Santos; Lopes, Giovana Nakamura; Reis, Luana Fontes dos; Silva, Bruno Ribeiro Bragança; São José dos CamposAtualmente o termo cancelamento virtual tornou-se comum no vocabulário dos usuários de redes sociais; isso acontece quando alguém tem alguma fala ou atitude que não agrada o público. A pessoa “cancelada” tem sua vida profissional e pessoal desprezada e minimizada. Sofre uma retirada de consumo e suporte por conta do público. Toda trajetória e feitos da pessoa passam a ser passiveis de julgamento, em razão de uma ação ou fala mal colocada. Esse estudo tem como objetivo produzir um documentário de curta-metragem que seja autoexplicativo. Os procedimentos usados nessa investigação científica se basearam em análise descritiva, qualitativa. Para coleta de dados foram feitas análises documentais (livros, revistas, documentários, entrevistas etc.) e revisões bibliográficas baseadas em artigos científicos, teses, dissertações, livros, base de dados, Google Acadêmico (Scielo, CAPES, Bireme). O cancelamento virtual impactou a sociedade contemporânea de maneira inesperada. E, para isso, foi medido em pesquisa quantitativa sobre o quanto se tem conhecimento sobre o assunto. 176 pessoas responderam à pesquisa de mercado, maioria do sexo feminino, idade de 18 a 24 anos. Ao serem questionados sobre” hater” (termo utilizado na internet para classificar pessoas que postam comentários de ódio ou crítica sem muito critério), 89,8% das pessoas não se consideram. Porém, 42,6% das pessoas conhecem pelo menos uma pessoa que pratica “hate”. Ao serem questionados sobre a frequência de comentários positivos e negativos que fazem nas redes sociais, 60,8% das pessoas fazem apenas comentários positivos. Quanto ao material audiovisual produzido 83,5% das pessoas têm interesse em assistir. Dessas pessoas, 79,2% gostariam de assistir o documentário no IGTV no Instagram. Estudar e analisar o fenômeno do “cancelamento” sob o olhar do audiovisual é trazer a discussão sobre a importância tanto da arte cinematográfica, como da construção da mídia brasileira.Item A influência do uso de mídias digitais no desenvolvimento dos transtornos alimentares em adolescentes(2025-12-15) Serpa, Fabíola Alvares Garcia; Beltrame, Elisabete Cristina Carnio; Strauss, Christiana Villela de Andrade; Rangel, Isabela Cabiló; Truffi, Luciana de Cássia Mozer; Sarmento, Talita Guidini Negreiros; São José dos CamposO presente trabalho trata-se de uma revisão de literatura narrativa com o objetivo de analisar a influência das mídias digitais e o seu impacto no surgimento de transtornos alimentares (TAs) em adolescentes. A pesquisa, de abordagem qualitativa, fundamenta-se em estudos científicos que analisaram adolescentes entre 13 e 18 anos, com o objetivo de compreender de que forma o consumo de conteúdos digitais pode contribuir para o surgimento ou agravamento dos TAs. Os resultados indicam que o uso excessivo de plataformas de mídias digitais está associado ao aumento da insatisfação corporal, à distorção da imagem e à adoção de comportamentos alimentares disfuncionais. Evidências apontam que adolescentes expostos, por longos períodos, a conteúdos que promovem padrões estéticos irreais apresentam maior propensão a desenvolver transtornos como anorexia nervosa, bulimia e transtorno de compulsão alimentar periódica. O estudo também discute aspectos históricos do ideal de beleza e o papel central que a tecnologia desempenha atualmente na construção da autoimagem e autoestima dos jovens. Conclui-se que as mídias digitais atuam como fator de risco significativo para o desenvolvimento de TAs, reforçando a necessidade de estratégias preventivas, educativas e de uso consciente dessas plataformas.