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    Efeitos da plataforma vibratória no equilíbrio, atividade eletromiográfica e propriocepção de idosos
    (2021-04-07) Lima, Fernanda Pupio Silva; Mendes, Alessandro Corrêa; Silva, Janaína de Moraes; Souza, Juliana de Oliveira; São José dos Campos
    O envelhecimento pode ser acompanhado por alterações no sistema muscular, somatossensorial e de controle postural, podendo ocasionar o aumento do risco de quedas entre os idosos. As quedas podem causar limitações funcionais, perda da independência e óbito nesta faixa etária. Um dos recursos utilizados na reabilitação desta população é o treinamento sensório-motor. Novas modalidades deste treinamento mostram-se promissoras, como a Vibração de Corpo Inteiro (VCI). Este estudo teve como objetivo avaliar e comparar os efeitos de um treinamento sensório-motor em idosos, sobre uma plataforma vibratória e em superfície estável. Trata-se do estudo de 3 casos de idosos, de ambos os gêneros, na faixa etária entre 61 e 66 anos. Após distribuição aleatória por sorteio, a participante 1 realizou o treinamento sensório-motor sobre a plataforma vibratória e os participantes 2 e 3 no solo. As avaliações foram realizadas antes, após um dia de tratamento e após cinco sessões diárias de 4 séries de 60 segundos em apoio unipodal sobre a plataforma vibratória ou no solo. O equilíbrio foi avaliado pela Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) e a atividade eletromiográfica e propriocepção do membro inferior não dominante através da Eletromiografia de Superfície e Dinamometria Isocinética, respectivamente. Os participantes 1 e 2 atingiram o mesmo score na EEB após um dia de tratamento. Após os cinco dias de intervenção, somente a participante 1 apresentou melhora no desempenho. Com relação à participante 3, observa-se que houve aumento do score após um dia de tratamento e que este se manteve após os cinco dias. A participante 1 apresentou aumento da atividade elétrica de todos os músculos avaliados. Em relação à participante 2, verificou-se aumento da atividade elétrica dos músculos fibular longo, vasto medial e glúteo médio. O músculo gastrocnêmio medial apresentou redução da atividade elétrica após um dia de tratamento e aumento após os cinco dias. Quanto à participante 3, observou-se redução da atividade elétrica dos músculos fibular longo e gastrocnêmio medial. O músculo vasto medial se destacou ao apresentar aumento da atividade elétrica em todas as avaliações. Quanto ao glúteo médio, verificou-se redução da atividade elétrica após um dia de tratamento e aumento após os cinco dias. Em relação à propriocepção, para o ângulo de 60° de extensão do joelho, os participantes 1 e 2 apresentaram aumento dos erros nas tentativas de percepção do senso de posição articular após um dia de tratamento e diminuição após os cinco dias. Para o ângulo de 30°, a participante 1 teve redução dos erros após um dia de tratamento e após os cinco dias, enquanto o participante 2 apresentou redução dos erros somente após o fim do tratamento. A participante 3 apresentou redução dos erros em todas as avaliações para 60° e 30° de extensão do joelho. À medida que se conhece mais sobre os efeitos da VCI, é possível utilizá-la na área biomédica para beneficiar pacientes com diferentes necessidades. Verificou-se neste estudo que ambos os tratamentos foram benéficos para os idosos.
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    Entre utopia e distopia: a cidade de São José dos Campos na perspectiva das pessoas idosas
    (2020-12-11) Zanetti, Valéria; Papali, Maria Aparecida Chaves Ribeiro; Maciel, Lidiane Maria; Côrte, Beltrina; Vianna, Paula Vilhena Carnevale; Guedes, Débora Wilza de Oliveira; Gomes, Cilene; São José dos Campos
    A longevidade da população, ao mesmo tempo que se apresenta como uma conquista da humanidade, tem imposto importantes desafios. Nas próximas décadas, a população mundial com mais de 60 anos passará dos atuais 841 milhões para 2 bilhões até 2050. Diante de tais evidências,indaga-se se as cidades estão preparadas para lidar com as características biopsicossociais do envelhecimento humano e aparelhadas para lidar com a população idosa nas suas mais variadas manifestações da velhice. O presente estudo, inscrito no campo do Planejamento urbano, de caráter exploratório e reflexivo, buscou, à luz dos conceitos de Distopia e Utopia e das narrativas de 15 pessoas idosas, moradoras de diferentes regiões do município de São José dos Campos/SP, analisara opinião desses idosos em relação à cidade em que vivem e a projeção de cidade ideal para se envelhecer.Além das narrativas das pessoas idosas, foram utilizados como fontes os dados da longevidade e envelhecimento mundial a nível mundial, nacional e municipal, bem como os marcos regulatórios destinados a atender as demandas dos idosos.Chegou-se à conclusão de que, se na atualidade já são grandes os desafios dos gestores públicos para lidar com o envelhecimento da população, no futuro, é imperativo que haja políticas de intervenções integradas que assegurem os direitos da população idosa, que vem mostrando altos índices de crescimento. Nesse sentido, projetar utopias é crer que o melhor dos mundos não é apenas pensável, mas também possível.
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    Envelhecimento da população e planejamento urbano: estudo sobre a reorganização espacial da cidade de São José dos Campos
    (Universidade Federal do Rio de janeiro) Guedes, Débora Wilza de Oliveira; Zanetti, Valéria Regina; Gomes, Cilene
    A longevidade da população, ao mesmo tempo que se apresenta como uma conquista da humanidade, tem imposto importantes desafios. Essa pesquisa, inscrita no campo do Planejamento urbano, questiona se as cidades estão preparadas para atender, de forma inclusiva, as necessidades da população idosa. A partir dos índices de evolução da taxa de envelhecimento e dos marcos regulatórios urbanísticos de âmbito nacional e municipal, propõe-se discutir acerca da cidade real e da cidade ideal para se viver na velhice, à luz do aporte das dimensões da utopia e distopia de nossa realidade urbana.
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    Efeitos da plataforma vibratória no equilíbrio, atividade eletromiográfica e propriocepção de idosos
    (CDRR Editor) Souza, Juliana de Oliveira; Pinto, Ana Paula; Souza, Gabriela Aparecida da Silveira; Neves, Marcele Florêncio das; Lima, Mário Oliveira; Lima, Fernanda Pupio Silva
    Este estudo teve como objetivo comparar os efeitos de um treinamento sensório-motor em idosos, sobre uma plataforma vibratória e no solo. Participaram 3 idosos, de ambos os gêneros, entre 61 e 66 anos. O paciente 1 realizou treinamento sensório-motor sobre a plataforma vibratória e os pacientes 2 e 3 no solo. Eles foram avaliados antes, após um dia e após cinco dias de tratamento. Os pacientes 1 e 2 tiveram melhora do equilíbrio após um dia de tratamento. Após cinco dias, somente a paciente 1 apresentou melhora. A paciente 3 teve melhora após um dia de tratamento, que se manteve após os cinco dias. A paciente 1 apresentou aumento da atividade elétrica de todos os músculos avaliados. A paciente 2 apresentou aumento da atividade elétrica dos músculos fibular longo, vasto medial e glúteo médio. O músculo gastrocnêmio medial apresentou aumento somente após os cinco dias. Houve aumento da atividade elétrica do músculo vasto medial da paciente 3 em todas as avaliações. O glúteo médio apresentou aumento somente após cinco dias. No ângulo de 60° de extensão do joelho, os pacientes 1 e 2 apresentaram melhora da propriocepção somente após os cinco dias. No ângulo de 30°, a paciente 1 teve melhora após um dia e após os cinco dias, enquanto o paciente 2 apresentou melhora somente após o fim do tratamento. A paciente 3 teve melhora em todas as avaliações para 60° e 30° de extensão do joelho. Verificou-se que ambos os tratamentos foram benéficos para os idosos.
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    Estudo sobre a relação entre transtorno do espectro autista e envelhecimento: características e ações de cuidado
    (2025-06-18) Costa, Rodney Querino Ferreira da; Strauss, Christiana Villela de Andrade; Luizari, Denise Cristina Miquelotte; Gonzaga, Ana Clara Braga; Gusmão, Rafaela do Val; São José dos Campos
    O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por comprometimento no ato de se comunicar e na interação social. Acredita-se que pessoas que possuem o transtorno podem vir a sofrer impactos físicos, emocionais e sociais no processo de envelhecimento. No presente projeto pretende-se investigar estes impactos e discorrer sobre o papel do psicólogo neste contexto, levando também em consideração a vulnerabilidade causada por estes impactos, e a escassez de estudos sobre o tema, que o tornam ainda mais urgente. Para tanto, foi realizada uma pesquisa exploratória de revisão de literatura narrativa. O TEA é de manifestações variadas, mas tendo as intervenções adequadas como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), podem promover maior autonomia e qualidade de vida. A compreensão das particularidades do desenvolvimento autista é fundamental para estratégias de apoio individualizadas, desde a infância até a vida adulta. A relação do TEA e o envelhecimento é escasso de pesquisas atualmente, mas as evidências indicam desafios específicos, como perda de autonomia, declínio cognitivo e maior prevalência de comorbidades (ansiedade, depressão e distúrbios do sono). Idosos autistas enfrentam dificuldades acentuadas em adaptação social, regulação emocional e acesso a serviços de saúde, agravadas pela falta de políticas públicas e profissionais capacitados. Apesar da escassez de pesquisas sobre autismo no envelhecimento, evidências apontam desafios específicos nessa fase, os idosos com TEA enfrentam maior redução de autonomia devido a déficits cognitivos (memória, flexibilidade mental) e emocionais, agravando dificuldades de adaptação a mudanças. Comparados ao envelhecimento típico, acabam apresentando o isolamento social, a prevalência de ansiedade, depressão e risco elevado de comorbidades físicas (distúrbios do sono, em 82% dos casos, epilepsia e problemas gastrointestinais), a hipersensibilidade sensorial e a rigidez comportamental complicam ainda mais o acesso a serviços de saúde. O papel do psicólogo é central nesse processo, tanto na avaliação diagnóstica quanto no suporte terapêutico, visando mitigar os impactos do envelhecimento nessa população negligenciada. O aumento da expectativa de vida de pessoas com TEA trouxe novos desafios, já que a atenção historicamente focada em crianças e adolescentes agora precisa se estender a adultos e idosos no espectro. Embora avanços na pesquisa e nos serviços de saúde tenham melhorado as condições de vida dessa população, muitos ainda envelhecem sem diagnóstico ou suporte adequado, enfrentando dificuldades como vulnerabilidade emocional, adaptação a mudanças e maior incidência de comorbidades psiquiátricas e neurodegenerativas. O envelhecimento no TEA possui a demanda de uma abordagem multidisciplinar integrada, combinando um diagnóstico preciso, intervenções personalizadas e suporte contínuo para pacientes e cuidadores. A atuação do psicólogo, aliada a políticas públicas inclusivas, é fundamental para assegurar dignidade, autonomia e qualidade de vida nessa fase da vida.
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    O território como base de integração de políticas públicas : cidade e educação permanente para o envelhecimento saudável a partir do caso de Jacareí/SP
    (2026-03-02) Gomes, Cilene; Souza, Adriane Aparecida Moreira de; Aquino, Luiz Carlos Andrade de; Funghetto, Suzana Schwerz; Rosa, Márcia Regina dos Santos; Tajra, Sanmya Feitosa; São José dos Campos
    O fenômeno do envelhecimento populacional vem se tornando um desafio para os governos locais, estimulando questionamentos acerca da estrutura das cidades a partir das políticas públicas. Nesta dissertação, serão apresentadas análises de caráter documental e um estudo de caso que demonstram as principais diretrizes, estratégias e ações baseadas nas políticas territoriais e de saúde, em diferentes níveis. Na análise dos espaços de participação social para a manutenção das políticas públicas, foi identificado que, das 39 propostas e 49 moções aprovadas na 5ª Conferência Nacional das Cidades, somente 1 moção tratou especificamente do tema da pesquisa. Já das 1.038 propostas e 77 moções aprovadas na 17ª Conferência Nacional de Saúde, 62 propostas e 3 moções abordaram diretamente as questões do envelhecimento. Para complementar, é apresentada a experiência do município de Jacareí, considerada Cidade Amiga das Pessoas Idosas, que desenvolveu uma metodologia própria pautada na intersetorialidade e na constituição de um comitê interdisciplinar para debater os principais desafios para uma cidade saudável. Tais ações evidenciam que o território é um grande eixo integrador das políticas públicas, sendo a política de saúde e a política territorial, em suas interfaces, estruturantes para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população de todas as idades