Curso de Educação Física
URI Permanente desta comunidade
Navegar
Navegando Curso de Educação Física por Assunto "Educação Física"
Agora exibindo 1 - 11 de 11
Resultados por página
Opções de Ordenação
Item Abordagem metodológica do treinamento de goleiro de futebol para pessoas com espectro autista(2025-12-10) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Cunha, Claudio Alexandre; Pereira, Joyce de Fátima; Silva, Kelva Geany do Nascimento; São José dos CamposPessoas com Transtorno do Espectro Autista podem ter benefícios favoráveis com a prática esportiva, em especial no futebol. Este trabalho teve como objetivo analisar a influencia do treinamento de goleiro de futebol para a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e como as metodologias utilizadas no treinamento de goleiro de futebol podem favorecer no desenvolvimento da pessoa atípica. Para isso foi utilizado uma pesquisa de carácter descritivo e analítico, realizada por meio de revisão bibliográfico em bases de dados como Scielo, PubMed e Google Acadêmico, alem de livros e periódicos especializados. Os resultados apontaram que por conta do método mais utilizado no treinamento de goleiro é o individualizado, ele pode trazer benefícios para a melhora da concentração, coordenação e o engajamento do atleta atípico, pois as características do individuo com TEA, como o hiperfoco e a dificuldade de socialização, podem ser utilizadas de forma positiva nesse método de treinamento, uma vez que essa posição exige concentração, atenção e prática individualizada. Conclui-se que o treinamento adaptado é uma opção para que a pessoa com o Espectro Autista possa praticar um esporte que lhe proporcione benefícios para ele e se sentir incluído no meio de outros jogadores.Item Benefícios da prática de natação para pessoas acometidas com a lesão condropatia patelar(2025-12-09) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Cesare Junior, Dorival; Silva , Victor Sanz Milone; Batista, Diego Soares; São José dos CamposA Condropatia Patelar é uma lesão degenerativa caracterizada pelo desgaste da cartilagem da patela, comprometendo a articulação do joelho e ocasionando dor e desconforto durante atividades que envolvem movimentos repetitivos. Essa condição interfere tanto nas atividades cotidianas quanto na prática esportiva, exigindo alternativas terapêuticas que promovam o fortalecimento muscular e a redução da dor. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo identificar os benefícios da prática da natação para pessoas acometidas por condropatia patelar. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo, teórico, analítico e exploratório, com base em materiais científicos obtidos nas plataformas Google Acadêmico e SciELO, além de livros, artigos e periódicos. Os resultados evidenciaram que o desenvolvimento da condropatia patelar está relacionado a fatores como o desalinhamento do ângulo Q, o desequilíbrio entre os músculos vasto medial e vasto lateral, e a fraqueza dos músculos abdutores e glúteos. Esses aspectos biomecânicos favorecem o mau alinhamento da patela e o aumento do atrito femoropatelar, intensificando o desgaste articular. Observou-se que o tratamento deve priorizar o fortalecimento da musculatura estabilizadora do joelho, especialmente o vasto medial oblíquo, os glúteos e os músculos da cadeia posterior, responsáveis pela estabilização e equilíbrio articular. A natação foi identificada como uma modalidade esportiva de baixo impacto que pode contribuir positivamente no processo de reabilitação desses indivíduos. O ambiente aquático proporciona redução da sobrecarga articular, melhora da mobilidade e favorece o fortalecimento muscular de forma segura. Entre os estilos, os nados crawl e costas foram apontados como mais adequados, por exigirem menor rotação do joelho, em contraste com os estilos peito e borboleta, que podem aumentar a sobrecarga articular. Além dos benefícios físicos, a prática regular de natação também promove efeitos positivos sobre a capacidade cardiorrespiratória, o equilíbrio, a flexibilidade e o bem-estar psicológico, contribuindo para a melhora da qualidade de vida. Conclui-se que os objetivos propostos foram alcançados, visto que a natação se mostrou uma alternativa terapêutica eficaz e segura para indivíduos acometidos por condropatia patelar, atuando tanto na prevenção de sobrecargas quanto na promoção do fortalecimento muscular e da reabilitação funcional.Item Como a prática de exercícios físicos pode interferir na ansiedade e depressão(2025-12-11) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Pereira, Caroline de Sousa; São José dos CamposO presente trabalho tem como objetivo compreender de que forma a prática de exercícios físicos pode interferir na ansiedade e na depressão. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter analítico-descritivo, fundamentada em revisão de literatura em repositórios de estudos como Scielo, PubMed e Bireme. A pesquisa trata como os transtornos mentais, ansiedade, depressão, impacto da prática regular de exercícios físicos e a relação de exercícios aeróbicos e anaeróbicos. A partir da análise de estudos que investigam os efeitos da prática de exercícios físicos sobre a ansiedade e a depressão, observou-se que tanto os exercícios aeróbicos quanto os resistidos produzem benefícios fisiológicos e psicológicos relevantes, atuando na regulação de neurotransmissores e hormônios ligados ao humor e ao estresse, como serotonina, dopamina e cortisol. Dessa forma, conclui-se que a prática de exercícios físicos constitui uma estratégia não farmacológica que pode contribuir para a prevenção e o tratamento da ansiedade e da depressão, promovendo melhorias significativas na qualidade de vida e no bem-estar geral dos indivíduos.Item Efeitos do exercício físico na sarcopenia em mulheres na menopausa(2025-12-10) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Ribeiro, Mateus Machado Mendes; Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; São José dos CamposA menopausa representa um marco biológico e fisiológico na vida da mulher caracterizado por intensas alterações hormonais, principalmente pela redução dos níveis de estrogênio e progesterona que influenciam diretamente o metabolismo, a densidade óssea e a composição corporal. Essas mudanças aumentam a vulnerabilidade à sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular que compromete a funcionalidade e a qualidade de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar o impacto da prática regular de exercícios físicos na prevenção e no controle da sarcopenia em mulheres na menopausa. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter analíticodescritivo e exploratório, conduzida por meio de uma revisão da literatura científica. As fontes utilizadas incluíram bases de dados como Google Acadêmico, PubMed e Scielo. Os resultados da revisão evidenciaram que a menopausa, composta pelas fases de perimenopausa, menopausa e pós-menopausa, acarreta transformações fisiológicas que afetam diretamente a massa muscular e a densidade óssea, aumentando o risco de quedas, fraturas e doenças cardiovasculares. A literatura analisada destacou o exercício físico, especialmente o treinamento resistido, como uma estratégia eficaz para retardar o avanço da sarcopenia, promover o ganho de força e preservar a massa magra. Estudos indicaram também que o exercício físico exerce efeitos positivos sobre a saúde mental, controlando sintomas como insônia, irritabilidade e alterações de humor. Entretanto fatores psicossociais e motivacionais ainda representam barreiras à adesão e manutenção da prática regular de atividade física. Conclui-se com os dados obtidos que o exercício físico constitui uma intervenção não farmacológica essencial para a prevenção e o manejo da sarcopenia durante a menopausa. Além de preservar a massa muscular e melhorar a funcionalidade, a prática regular de exercícios contribui para o equilíbrio metabólico, o bem-estar psicológico e o envelhecimento saudável. Dessa forma, o exercício físico, quando orientado por profissionais qualificados, é um instrumento fundamental na promoção da qualidade de vida de mulheres nesse período de transição fisiológica.Item Exercício físico na prevenção do diabetes gestacional(2025-12-10) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Ferreira, Mayara Fernanda Ramos; Mariano, Livia Agostinho; São José dos CamposO presente estudo objetivou averiguar de que forma a prática regular de exercícios físicos durante a gestação pode contribuir para a prevenção do diabetes gestacional. Foram analisados os benefícios que a atividade física, quando orientada por um profissional da área, proporciona, não apenas no período gestacional, bem como também no pós-parto e ao longo de toda a vida da mulher. O presente estudo trata-se de uma pesquisa de natureza teórica e exploratória, desenvolvida por meio de uma revisão de literatura que reuniu estudos científicos voltados à relação entre o exercício físico e o diabetes gestacional. A partir da análise dos dados encontrados, é notório que a prática orientada de exercícios físicos desempenha papel fundamental na manutenção do equilíbrio metabólico e na melhora da sensibilidade à insulina, fatores diretamente relacionados à prevenção do diabetes gestacional. Além disso, os benefícios se estendem para a redução de complicações obstétricas, controle do ganho de peso excessivo e melhora do bem-estar físico e emocional da gestante. O exercício físico regular contribui para uma recuperação mais rápida no período pós-parto, auxiliando no retorno às atividades cotidianas, na melhora da autoestima e na prevenção de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e hipertensão. É importante ressaltar, entretanto, que para garantir a segurança e a eficácia dessa prática, o acompanhamento profissional é indispensável. O profissional de Educação Física, em conjunto com a equipe multiprofissional de saúde, deve elaborar um programa de exercícios individualizados, respeitando as condições físicas, o histórico de saúde e as particularidades de cada gestante.Item Impacto do exercício resistido na osteopenia e osteoporose(2025-12-05) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Cunha, Claudio Alexandre; Santos, Gabriel Marcelo Lopez dos; São José dos CamposDiferentes tipos de treinamento físico promovem adaptações distintas no sistema musculoesquelético. O treinamento de força ou resistido estimula sobrecarga física que pode trazer benefícios ao praticante. A metodologia utilizada foi a partir de uma revisão de literatura, por meio de pesquisa teórica descritiva e analítica de artigos recentes sobre o tema. Diversos autores analisados apontam que a prática regular da musculação estimula a atividade dos osteoblastos, reduz a reabsorção óssea e aumenta a densidade mineral, especialmente em pessoas idosas e mulheres na pós- menopausa. Estudos comparativos indicam que o exercício resistido proporciona resultados superiores aos de atividades aeróbicas. O exercício resistido preserva a massa óssea e reduz acidentes que podem levar a quedas e resultar em fraturas. Desde que o treinamento resistido seja prescrito baseado em sobrecarga progressiva e regularidade, ele é uma estratégia segura e a mais eficaz para a manutenção saudável do sistema musculoesquelético e a promoção da qualidade de vida.Item Métodos de treinamento para desenvolver potência em esportes de explosão (Vôlei de Praia) e de resistência (Corrida de Rua)(2025-12-12) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Lima, Elessandro Vaguino de; Silva, Victor Sanz Milone; Neves, Davi Pontes das; Negri, Julia Queiroz; São José dos CamposO presente estudo teve como objetivo analisar a efetividade de um mesmo método de treinamento para desenvolver potência muscular em modalidades esportivas com aspectos mecânicos e fisiológicos distintos, como o Vôlei de Praia (explosão), e a Corrida de Rua (resistência), em busca de um melhor rendimento. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter exploratório e descritivo, baseada em revisão bibliográfica de artigos científicos referentes à relação entre características fisiológicas e de treinamento das duas modalidades. Os resultados apontaram que o treinamento pliométrico, quando combinado ao treinamento resistido, apresenta eficácia significativa no aumento da potência muscular nos atletas, e consequentemente, da performance em ambas as modalidades. Conclui-se que apesar das diferenças fisiológicas presentes entre o Vôlei de Praia e a Corrida de Rua, os dois se beneficiam de um mesmo método de treinamento, por apresentarem semelhanças em suas capacidades físicas, desde que aplicado por um profissional qualificado, respeitando a especificidade de cada modalidade, visto que a Corrida de Rua é realizada em superfície rígida e o Vôlei de Praia em superfície instável (areia).Item O Ciclo menstrual e o desempenho no treinamento resistido(2025-12-10) Duque, Mariana Aparecida do Nascimento; Melo, Tales Kevin dos Santos; São José dos CamposO ciclo menstrual é um processo fisiológico caracterizado por variações hormonais que podem interferir em diferentes aspectos do desempenho físico feminino, especialmente durante o treinamento resistido. Considerando que essas oscilações podem influenciar a força, a potência e a percepção de esforço, torna-se relevante compreender de que forma o ciclo menstrual afeta o rendimento em programas de treinamento. O presente estudo teve como objetivo verificar as alterações fisiológicas decorrentes do ciclo menstrual e analisar como essas variações impactam o desempenho no treinamento resistido. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura, de caráter descritivo, teórico e analítico, desenvolvida a partir de publicações científicas disponíveis nas bases Scielo, Pubmed e Google Acadêmico, além de livros e periódicos especializados. Foram selecionados artigos que abordaram a relação entre as fases do ciclo menstrual e o desempenho físico de mulheres praticantes de treinamento resistido. Os resultados evidenciaram que as oscilações hormonais, especialmente dos hormônios estrogênio, progesterona, FSH e LH, influenciam o organismo feminino em diferentes níveis, afetando o humor, a disposição e a fadiga. Observou-se que, em grande parte dos estudos, a força muscular não apresentou alterações significativas entre as fases do ciclo, enquanto a potência, o volume total de treino e a percepção subjetiva de esforço demonstraram variações mais expressivas. Conclui-se que o ciclo menstrual pode exercer influência sobre o desempenho no treinamento resistido, embora essa influência varie conforme o perfil hormonal individual e o uso de contraceptivos. Os objetivos do estudo foram alcançados ao identificar as principais alterações fisiológicas e seus efeitos sobre o desempenho, reforçando a importância de uma prescrição de treinamento flexível e individualizada, capaz de otimizar resultados e promover saúde, qualidade de vida e bem-estar às mulheres.Item O impacto do Método Pilates em mulheres mastectomizadas(2025-12-11) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Silva, Victor Sanz Milone; Sermarini, Marcia dos Santos; Anacleto, Lívia Ferraz; São José dos CamposSabe-se que a prática regular de exercícios físicos pode trazer inúmeros benefícios para a saúde das pessoas. Pensando nisso, o presente estudo buscou investigar os impactos do Método Pilates na recuperação física de mulheres submetidas à mastectomia devido ao câncer de mama. Entende-se que nesse público-alvo o exercício específico pode melhorar a qualidade de vida da mulher, proporcionando melhor mobilidade física, e com isso minimizando as limitações causadas pela cirurgia. O estudo, de cunho teórico, traz uma pesquisa de natureza analítico-descritiva, baseada em uma revisão da literatura científica disponível e atualizada. Os resultados obtidos mostram que o Método Pilates pode servir como uma ferramenta significativamente positiva tanto na recuperação pós-cirúrgica de mulheres mastectomizadas, quanto na sua qualidade de vida, melhorando a funcionalidade física relacionada a mobilidade articular de membros superiores, e o bem-estar geral. Dessa forma, concluiu-se que a prática regular do Método Pilates pode auxiliar na postura, no alívio de dores, no fortalecimento muscular, na autonomia, na autoestima e na qualidade de vida dessas mulheres.Item O impacto dos jogos cooperativos em estudantes do Ensino Médio no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID(2025-12-10) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Cesare Junior, Dorival; Silva, Victor Sanz Milone; Santos, Lívia Silva Passos dos; Medina, Camila Beltrão; São José dos CamposO estudo teve como objetivo analisar os impactos dos Jogos Cooperativos em estudantes do Ensino Médio, participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), buscando compreender como essa prática contribui para o desenvolvimento integral dos adolescentes no contexto da Educação Física Escolar. De caráter teórico e exploratório, a pesquisa baseou-se em uma revisão de literatura em repositórios científicos como SciELO, PubMed, CAPES e Google Acadêmico, utilizando descritores relacionados à cooperação, competição e adolescência. Os resultados evidenciaram que o PIBID é uma política pública fundamental na formação docente por promover a vivência prática e o engajamento dos licenciandos na escola pública. Nesse contexto, os jogos cooperativos mostram- se uma ferramenta pedagógica eficaz para estimular empatia, solidariedade, respeito e inclusão, contrapondo-se à lógica da competição que frequentemente gera exclusão e comparações. Além de favorecer o desenvolvimento físico, cognitivo e social, essas práticas auxiliam na construção da autoestima e da autonomia dos jovens, contribuindo para reduzir a ansiedade e o desinteresse escolar. Portanto, conclui-se que os Jogos Cooperativos, quando aplicados de forma intencional e reflexiva, fortalecem vínculos interpessoais, promovem a aprendizagem significativa e consolidam a escola como espaço de convivência democrática, humanizada e coerente com as diretrizes da BNCC e com os princípios formativos do PIBID.Item Recurso da faixa no joelho e a hipertrofia na musculação(2025-12-10) Lima, Elessandro Váguino de; Cesare Junior, Dorival; Silva , Victor Sanz Milone; Prado, Karla Oliveira Leão do; Porto, Marcelo Henrique Campos; São José dos CamposO presente estudo abordou a influência do uso da faixa no joelho durante o treinamento de força, prática comum em ambientes de musculação e competições de força. A popularização desse recurso tem sido acompanhada por questionamentos sobre seus efeitos no desempenho e na ativação muscular, e em treinos voltados à hipertrofia. Diante disso, o estudo teve como objetivo analisar, verificar a influência da utilização da faixa no joelho sobre aspectos de desempenho e estímulo muscular. A pesquisa foi uma revisão de literatura de cunho descritivo-teórico e analítico, utilizando artigos científicos publicados em bases de dados. Foram selecionados trabalhos que investigaram os efeitos agudos do uso da faixa no joelho em parâmetros como cinética, cinemática e força muscular durante o agachamento, tanto em praticantes recreacionais quanto em atletas de força. Os resultados apresentados indicam que o uso da faixa no joelho pode contribuir para o aumento da carga superada, devido ao armazenamento e à liberação de energia elástica, além de proporcionar maior estabilidade articular. Entretanto, observou-se que esse recurso pode alterar o padrão motor do movimento, reduzindo a amplitude articular e a ativação muscular em determinadas regiões, como nos músculos isquiotibiais e quadríceps, em especial o vasto medial. Dessa forma, o uso frequente das faixas em treinos voltados à hipertrofia pode comprometer o estímulo muscular desejado, sendo mais indicado em contextos de levantamento máximo ou competições de powerlifting. Conclui-se que as faixas no joelho podem ser utilizadas, porém com cautela, não possuindo efeito no treinamento para aumento de massa muscular. A pesquisa reforça a importância da orientação profissional na prescrição desse acessório e sugere a necessidade de novos estudos que investiguem seus efeitos a longo prazo em diferentes populações.