Influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários
| dc.contributor.advisor | Serpa, Fabíola Alvares Garcia | |
| dc.contributor.author | Tavares, Kallani Vitor Felix | |
| dc.contributor.author | Kumisaki, Larissa Aiko Silva | |
| dc.contributor.author | Silva, Luisa Emilie Tavares da | |
| dc.contributor.event2 | São José dos Campos | |
| dc.contributor.referee | Strauss, Cristiana Vlela deAndrade | |
| dc.contributor.referee | Melo, Thamires Vieira Martins de | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-20T12:28:15Z | |
| dc.date.available | 2026-07-20T12:28:15Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-15 | |
| dc.description.abstract | Este trabalho tem como objetivo analisar a influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários. A vida acadêmica é um período de intensas mudanças, marcado por desafios emocionais e sociais que podem agravar questões relacionadas à autoimagem e ao bem-estar psicológico. A disseminação de ideais estéticos por meio das redes sociais, como Instagram e TikTok, tem contribuído para a internalização de padrões de beleza irreais, promovendo a insatisfação corporal e a diminuição da autoestima. A metodologia utilizada foi uma revisão narrativa da literatura, com base em artigos científicos, dissertações, teses e livros publicados entre 2015 e 2025. Os resultados indicam uma forte correlação entre o consumo de conteúdo nas redes sociais, a insatisfação com a imagem corporal e o surgimento de sintomas como ansiedade e depressão. Estudos recentes mostram que níveis reduzidos de autoestima estão associados a maior prevalência de Transtornos Mentais Comuns, como depressão, ansiedade, irritabilidade e insônia, enquanto níveis elevados de autoestima atuam como fator protetivo, promovendo maior bem-estar psicológico. Além disso, evidências indicam que a autoestima influencia o rendimento acadêmico, sendo preditora do engajamento e da confiança dos estudantes em suas capacidades. O estudo destaca a necessidade de ações educativas e políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental, valorização da diversidade corporal e uso consciente das mídias sociais, especialmente no contexto universitário. Conclui-se que promover a saúde mental no ensino superior requer reconfigurar a relação dos estudantes com o ambiente digital, fortalecendo a autoestima e ampliando a valorização da diversidade corporal. Assim, é possível transformar as redes em espaços de pertencimento e reconhecimento mais saudáveis. | |
| dc.description.abstract2 | This study aims to analyze the influence of cultural beauty standards on self-esteem and their impacts on the mental health of university students. Academic life is a period of intense change, marked by emotional and social challenges that can worsen issues related to self-image and psychological well-being. The spread of aesthetic ideals through social media platforms such as Instagram and TikTok has contributed to the internalization of unrealistic beauty standards, promoting body dissatisfaction and decreased self-esteem. The methodology used was a narrative literature review, based on scientific articles, dissertations, theses, and books published between 2015 and 2025. The results indicate a strong correlation between the consumption of social media content, body image dissatisfaction, and the emergence of symptoms such as anxiety and depression. Recent studies show that low levels of self-esteem are associated with a higher prevalence of Common Mental Disorders, such as depression, anxiety, irritability, and insomnia, while high levels of self-esteem act as a protective factor, promoting greater psychological well-being. Furthermore, evidence suggests that self-esteem influences academic achievement, being a predictor of students’ engagement and confidence in their abilities. The study highlights the need for educational actions and public policies aimed at promoting mental health, valuing body diversity, and encouraging conscious use of social media, especially in the university context. In conclusion, promoting mental health in higher education requires reconfiguring students' relationship with the digital environment, strengthening self-esteem and increasing the appreciation of body diversity. In this way, it is possible to transform networks into healthier spaces of belonging and recognition. | |
| dc.description.physical | 40 p. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.uri | https://repositorio.univap.br/handle/123456789/1282 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.department | Bacharelado em Psicologia | |
| dc.publisher.initials | UNIVAP | |
| dc.publisher.institution | Universidade do Vale do Paraíba | |
| dc.references | TAVARES, Kallani Vitor Felix; KUMISAKI, Larissa Aiko Silva; SILVA, Luisa Emilie Tavares da. Influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários. São José dos Campos, SP, 2025. 40 f.; 1 PDF. Trabalho de graduação (Psicologia) - Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade de Educação e Artes, São José dos Campos/SP, 2025 | |
| dc.subject.keyword | Psicologia | |
| dc.subject.keyword | Saúde mental | |
| dc.subject.keyword | Estudantes universitários | |
| dc.subject.keyword | Redes Sociais Online | |
| dc.title | Influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |