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    Ansiedade feminina: saúde sem frescura
    (2020) Manzanete, Celeste Marinho; Pinheiro, Sabrina Lima; Ramos, Jonathas Beck; São José dos Campos
    Este trabalho acadêmico tem como objetivo por meio de uma série de Podcast informar e conscientizar a população de São José dos Campos e Região, sobre a importância da saúde mental pouco discutida na sociedade. O principal foco abordado será a Ansiedade Feminina, as diferenças da normal e a patológica, quais os gatilhos responsáveis para esse problema como: o papel da mulher na sociedade, o equilíbrio entre vida familiar, profissional e o cuidado consigo, os principais transtornos que as atinge, tratamentos eficazes e como conquistar a qualidade de vida em meio à dupla jornada de trabalho. O desenvolvimento deste projeto se deu a partir de artigos científicos, matérias jornalísticas, entrevistas em vídeo e pesquisas bibliográficas que apontam que as mulheres são mais vulneráveis aos transtornos de ansiedade, prejudicando a saúde mental, emocional e física.
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    O paradoxo da vida digital: o impacto do tempo gasto no Instagram sobre a saúde mental dos usuários
    (2021) Baraúna, Monique Nascimento; Santana, Sonia Niara Sales; Machado, Lucas Mathias; São José dos Campos
    O presente projeto de pesquisa busca compreender quanto tempo as pessoas estão gastando no uso das mídias sociais, em especial o Instagram, e como esse tempo afeta direta ou indiretamente a sua saúde mental. É utilizada a metodologia descritiva para compreender o cenário geral sobre os conceitos de tempo (chronos), mídias sociais, redes sociais off-line e on-line, Instagram e saúde mental; bem como entrevistas semiestruturadas com especialistas e um formulário disponibilizado via canais de comunicação digital. O objetivo desta pesquisa é promover a compreensão e reflexão sobre as consequências, sejam positivas ou negativas, sob a ótica da psicologia e neurociência, do tempo gasto no uso do Instagram. O produto final para divulgação da pesquisa é um livro-reportagem do tipo ensaio em formato digital.
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    A saúde mental das mulheres na busca da conciliação da maternidade no mercado de trabalho
    (2025-12-17) Luizari, Denise Cristina Miquelotte; Brito, Ana Karina de Castro; Beltrame, Elisabete Cristina Camio; Dias, Giovanna Martins; Fernandes, Ingrid dos Santos; São José dos Campos
    O presente estudo discorre sobre os impactos na saúde mental diante da conciliação da maternidade com a vida profissional, o acúmulo de responsabilidades aliado às pressões sociais diante da figura feminina no ambiente familiar, bem como os desafios que permeiam a participação feminina no mercado de trabalho desencadeia um desgaste físico e emocional recorrente, diante desta problemática. Logo, pretende-se investigar de que maneira a saúde mental da mulher é negativamente impactada neste contexto, assim como indicar políticas, práticas e ações que podem contribuir na redução ou mitigação destas consequências, através de uma análise teórica sobre a inserção feminina no mercado de trabalho e a divisão de responsabilidades domésticas e parentais. Por meio de uma revisão de literatura narrativa, foram considerados estudos recentes que abordam os desafios enfrentados pelas mulheres no ambiente corporativo e a influência da maternidade na construção de suas trajetórias profissionais, com enfoque especial nos aspectos relacionados à saúde mental. Os resultados indicam que, apesar dos avanços na inclusão das mulheres no mercado de trabalho, elas ainda enfrentam desigualdade de gênero em múltiplas dimensões, como a vivência de preconceitos no mundo do trabalho, aliado à concentração dos cuidados com os filhos sobre as mulheres, bem como, a expectativa social de dedicação prioritária ao papel materno. Esses fatores geram conflitos internos e sentimento de culpa, especialmente quando a dedicação ao trabalho é percebida como incompatível com o cuidado materno. Diante disso, destaca-se a necessidade de iniciativas que promovam uma divisão mais equitativa de responsabilidades familiares e condições de trabalho flexíveis. Tais esforços indicados no estudo são essenciais para minimizar os impactos à saúde mental e criar um ambiente mais inclusivo e sustentável para as mães no mercado de trabalho.
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    A espiritualidade e a religiosidade como estratégias de enfrentamento (coping) em situações de sofrimento psíquico
    (2025-12-16) Strauss, Christiana Villela de Andrade; Costa, Rodney Querino Ferreira da; Fonseca, Caroisa Mota Marcondes; Guerra, Janaina Abreu de Araujo; Nascimento, Mirena Fernanda de Oliveira do; São José dos Campos
    Este trabalho analisou os efeitos da espiritualidade e da religiosidade sobre a saúde mental, o enfrentamento de adversidades e a prática clínica em psicologia. Foi realizada uma revisão bibliográfica narrativa em livros, artigos e periódicos científicos nacionais e internacionais. Os resultados evidenciaram que estratégias de coping religioso-espiritual positivo, como oração, meditação e ressignificação do sofrimento, favorecem bem-estar, resiliência e qualidade de vida, enquanto estratégias negativas podem intensificar sintomas ansiosos e depressivos. Também foram identificados impactos neuropsicológicos e psicofisiológicos das práticas espirituais na regulação emocional. Conclui-se que a integração ética e sensível da espiritualidade na clínica psicológica amplia recursos terapêuticos e fortalece a promoção da saúde mental.
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    A amizade como suporte para a experiência da falta na abordagem psicanalítica
    (2025-12-17) Veloso, Lauro Take Tomo; Beltrame, Elisabete Cristina Carnio; Costa, Rodney Querino Ferreira da; Barreto, Brenda Bertolotti; Martins, Clarisse Moreira Montuori; Zuliani, Roberta Silva; São José dos Campos
    Este trabalho tem como objetivo compreender o papel das relações de amizade no enfrentamento da falta sob a perspectiva psicanalítica, articulando conceitos fundamentais da teoria psicanalítica clássica e contemporânea, como castração, falta, desejo, sublimação e laço social, com os desafios impostos pela sociedade neoliberal e capitalista. Partindo de uma revisão narrativa da literatura, compreende-se que a amizade, enquanto laço social sublimado, opera como um fator protetivo contra o sofrimento psíquico, na medida em que oferece um espaço de reconhecimento da falta e não da sua negação ou tentativa de preenchimento. O estudo percorre a constituição do sujeito em Freud e Lacan, explora a amizade como resistência ética em Foucault e investiga suas implicações clínicas a partir da técnica elástica e da ética do cuidado de Ferenczi. Conclui-se que a amizade se configura como um recurso ético-político e clínico ao individualismo e ao enfraquecimento dos laços, sustentando a dimensão do desejo e a invenção de novas formas de vida, fundamental para a promoção da saúde mental.
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    Invisibilidade no trabalho e impacto na saúde mental: uma revisão bibliográfica
    (2025-12-24) Costa, Rodney Querino Ferreira da; Maciel , Lidiane Maria; Luizari, Denise Cristina Miquelotte; Silva, Eloisa Helena Alves da; Faria, Flavia Cristina de; Souza, Raquel Oliveira Ferraz de Camargo Coelho Silva e; São José dos Campos
    Esta revisão bibliográfica investiga os impactos do trabalho invisível na saúde mental dos trabalhadores invisíveis no Brasil. Considera-se trabalho invisível aquele que não é uma escolha pessoal, com baixa remuneração, qualificação, escolaridade e cuja mão de obra é contratada de forma terceirizada ou autônoma, o que precariza ainda mais as condições de trabalho. Esse grupo é majoritariamente composto por pessoas de baixa renda, pouca escolaridade, mulheres e pessoas negras. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, abrangendo publicações entre 1999 e 2024, em bases como SciELO, Google Acadêmico e diretórios institucionais (USP e UNESP). Os resultados apontam que a desvalorização social do trabalho, a precariedade dos espaços físicos e instrumentais e a busca incessante por resultados, que gera uma exploração e objetificação do trabalhador no modelo capitalista, são características que trazem maior impacto negativo na saúde mental desse grupo. Observou-se, também, maior incidência de internação psiquiátrica em pessoas com idade laboral e menor renda. Portanto, se faz necessário um posicionamento no tema e intervenções que considerem esses aspectos e que visem o combate à desigualdade social e a promoção da saúde do trabalhador a fim de reduzir a exclusão social.
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    Influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários
    (2025-12-15) Serpa, Fabíola Alvares Garcia; Strauss, Cristiana Vlela deAndrade; Melo, Thamires Vieira Martins de; Tavares, Kallani Vitor Felix; Kumisaki, Larissa Aiko Silva; Silva, Luisa Emilie Tavares da; São José dos Campos
    Este trabalho tem como objetivo analisar a influência dos padrões culturais de beleza na autoestima e seus impactos na saúde mental de estudantes universitários. A vida acadêmica é um período de intensas mudanças, marcado por desafios emocionais e sociais que podem agravar questões relacionadas à autoimagem e ao bem-estar psicológico. A disseminação de ideais estéticos por meio das redes sociais, como Instagram e TikTok, tem contribuído para a internalização de padrões de beleza irreais, promovendo a insatisfação corporal e a diminuição da autoestima. A metodologia utilizada foi uma revisão narrativa da literatura, com base em artigos científicos, dissertações, teses e livros publicados entre 2015 e 2025. Os resultados indicam uma forte correlação entre o consumo de conteúdo nas redes sociais, a insatisfação com a imagem corporal e o surgimento de sintomas como ansiedade e depressão. Estudos recentes mostram que níveis reduzidos de autoestima estão associados a maior prevalência de Transtornos Mentais Comuns, como depressão, ansiedade, irritabilidade e insônia, enquanto níveis elevados de autoestima atuam como fator protetivo, promovendo maior bem-estar psicológico. Além disso, evidências indicam que a autoestima influencia o rendimento acadêmico, sendo preditora do engajamento e da confiança dos estudantes em suas capacidades. O estudo destaca a necessidade de ações educativas e políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental, valorização da diversidade corporal e uso consciente das mídias sociais, especialmente no contexto universitário. Conclui-se que promover a saúde mental no ensino superior requer reconfigurar a relação dos estudantes com o ambiente digital, fortalecendo a autoestima e ampliando a valorização da diversidade corporal. Assim, é possível transformar as redes em espaços de pertencimento e reconhecimento mais saudáveis.
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    Adoecimento psíquico desencadeado pelo consumismo motivado pelas redes sociais
    (2025-12-08) Toledo, Lívia Gonsalves; Beltrame, Elisabete Cristina Carnio; Bicudo, Silene Fernandes; Passos, Bruna Silva; Santos, Thais Oliveira dos; São José dos Campos
    As redes sociais subsidiam a sociedade capitalista, que tem como critério a apropriação da riqueza material e o consumo não como necessidade, mas como desejo inerente do ser humano em ter para poder pertencer. Pois dispor de propriedades de marca ou de uma grande quantidade, demonstra o status social e econômico. Este estudo visa investigar como o consumismo estimulado pelas redes sociais contribui para o adoecimento psíquico na contemporaneidade. Partindo da compreensão de que a sociedade capitalista transformou o consumo em critério de valor e pertencimento social, o trabalho analisa como essa lógica influencia a subjetividade dos indivíduos e gera sofrimento mental. Uma reflexão sobre o adoecimento psíquico causado pelo consumismo frente à sociedade capitalista tornase necessária e justifica a escolha desta temática de pesquisa, haja vista a necessidade de oferecer subsídios para que a prática profissional dos psicólogos compreenda com mais profundidade esse tema que é extremamente complexo. Assim, o objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o consumismo motivado pelas redes sociais e o adoecimento psíquico. Elegeu-se a pesquisa bibliográficoliterária como caminho metodológico, mediante promoção de uma revisão em materiais contemporâneos. Como resultados obtidos, destaca-se que os principais adoecimentos psíquicos identificados foram a ansiedade e a depressão, que podem ser potencializados pela promoção da oniomania. Tais adoecimentos demandam a identificação de estratégias para serem minimizados, principalmente aquelas voltadas para o consumo consciente e a educação para o consumo, representando um desafio à Psicologia.
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    Como a prática de exercícios físicos pode interferir na ansiedade e depressão
    (2025-12-11) Záccaro, Patrícia Mara Danella; Pereira, Caroline de Sousa; São José dos Campos
    O presente trabalho tem como objetivo compreender de que forma a prática de exercícios físicos pode interferir na ansiedade e na depressão. Trata-se de uma pesquisa teórica, de caráter analítico-descritivo, fundamentada em revisão de literatura em repositórios de estudos como Scielo, PubMed e Bireme. A pesquisa trata como os transtornos mentais, ansiedade, depressão, impacto da prática regular de exercícios físicos e a relação de exercícios aeróbicos e anaeróbicos. A partir da análise de estudos que investigam os efeitos da prática de exercícios físicos sobre a ansiedade e a depressão, observou-se que tanto os exercícios aeróbicos quanto os resistidos produzem benefícios fisiológicos e psicológicos relevantes, atuando na regulação de neurotransmissores e hormônios ligados ao humor e ao estresse, como serotonina, dopamina e cortisol. Dessa forma, conclui-se que a prática de exercícios físicos constitui uma estratégia não farmacológica que pode contribuir para a prevenção e o tratamento da ansiedade e da depressão, promovendo melhorias significativas na qualidade de vida e no bem-estar geral dos indivíduos.