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Navegando por Autor "Sant'Anna, Luciana Barros"

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    Análise do potencial protetor da membrana amniótica em modelo experimental de desmielinização in vitro de fatias organotípicas de cérebro de camundongos
    (2025-02-28) Sant'Anna, Luciana Barros; Arisawa, Emília Angela Lo Schiavo; Silva, Tania Mara; Oliveira, Melissa Guimarães de; São José dos Campos
    A membrana amniótica (MA) é amplamente reconhecida por suas propriedades regenerativas, anti-inflamatórias e imunomoduladoras, sendo uma alternativa promissora no tratamento de doenças associadas à desmielinização, como a Esclerose Múltipla (EM). A desmielinização é caracterizada pela perda da mielina, estrutura responsável pela condução de impulsos nervosos, comprometendo a funcionalidade neuronal. Neste contexto, este estudo objetivou avaliar a eficácia da MA em proteger o tecido nervoso contra os efeitos desmielinizantes da lisolecitina, utilizando fatias organotípicas de cérebro de camundongos C57BL/6 como modelo experimental in vitro. Para isso, quatro grupos experimentais foram estabelecidos: Controle Sadio/C-S (fatias sadias); Desmielinização/C-DESM (fatias desmielinizadas pela aplicação de lisolecitina); Controle Membrana/C-MA (fatias sadias que receberam apenas MA); e Membrana Desafio Lisolecitina/MA-LISO (fatias que foram recobertas pela MA e submetidas à ação da lisolecitina). As análises incluíram colorações histológicas (Hematoxilina e Eosina, Luxol Fast Blue) para avaliação da integridade estrutural, teste metabólico com TTC para mensurar viabilidade celular, e MEV para avaliação da topografia de superfície tecidual. Os resultados demonstraram que a MA preservou a integridade da mielina e a arquitetura tecidual nas fatias desafiadas pela lisolecitina, enquanto as fatias do grupo C-DESM apresentaram microcavitações, desorganização da arquitetura histológica e perda da distinção entre substância branca e cinzenta. O ensaio TTC mostrou que as fatias protegidas pela MA mantiveram alta atividade metabólica, em contraste com a baixa atividade observada no grupo C-DESM. A análise por MEV reforçou a eficácia da MA, evidenciando a preservação da estrutura tecidual do parênquima cerebral, além de evidências de interação com o tecido que podem estar associados ao seu potencial bioativo. Essas propriedades incluem a modulação do microambiente neural e a liberação de fatores solúveis, que podem contribuir para a manutenção da viabilidade celular e integridade estrutural, mesmo em condições desafiadoras como a exposição à lisolecitina. Conclui-se que a MA atuou como barreira física eficaz contra a desmielinização induzida por lisolecitina, protegendo o tecido cerebral. Além disso, sugere-se que houve possível regeneração tecidual devido às suas propriedades bioativas, que devem ser mais investigadas para potencial aplicação no tratamento de doenças desmielinizantes, como a EM.
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    Avaliação da ação antimicrobiana da água ativada por plasma sobre membrana amniótica
    (2023-03-07) Almeida, Felipe Santos de; Sant'Anna, Luciana Barros; Ferreira-Strixino, Juliana; Doria, Anelise Cristina Osório César; Pessoa, Rodrigo Sávio; São José dos Campos
    O potencial de utilização da Membrana Amniótica (MA) em diferentes aplicações tem sido amplamente estudado, e a necessidade de garantir a esterilidade desse material é essencial para o seu uso. Por causa do aumento da resistência bacteriana é importante a pesquisa de novas técnicas de esterilização, sendo o uso de água ativada por plasma (PAW) uma alternativa, que consiste em uma técnica onde se aplica o plasma elétrico na água a fim de funcionalizá-la, eliminando assim os pontos negativos do uso direto do plasma, como a temperatura. O objetivo do trabalho foi analisar a ação antimicrobiana da água de osmose reversa (OR) ativada por plasma, sobre Membrana Amniótica contaminada com cepa padrão ATCC® de Escherichia coli (25922), Klebsiella pneumoniae (13883), e Staphylococcus aureus (6538). A MA foi contaminada por um inóculo a 1x106 UFC/mL em salina, que ficou em contato por 3 min, após esse período a PAW foi colocada em contato com a MA por 90 min. Para a ativação da água foi utilizado o plasma, gliding arc de Argônio e ar comprimido com um tempo de ativação de 30 min, estudando a viabilidade celular após a exposição das amostras da Membrana Amniótica à ação da PAW. Os principais resultados obtidos foi a viabilidade celular de 11% com a PAW refrigerada e 15% com a PAW ambiente para a K. pneumoniae, 9% com a PAW refrigerada e 13% com a PAW ambiente para o S. aureus e 10% com a PAW refrigerada e 14% com a PAW ambiente para a E. coli, observando uma melhor ação antimicrobiana da PAW refrigerada. Foi observado uma maior redução das UFC quando utilizado a PAW refrigerada + MA e uma redução do pH de 7,04 para 3,41 da PAW refrigerada e uma redução de 7,05 para 3,61 com a PAW ambiente. A utilização da MA + PAW apresentou um melhor resultado do que utilizando apenas a PAW e a MA. Assim, conclui-se que as PAWs possuem uma ação antimicrobiana significativa, porém não o suficiente para realizar a esterilização da MA.
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    Avaliação de parâmetros fisiológicos em crianças com transtorno do espectro autista pré e após musicoterapia
    (2021-04-09) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Lima, Fernanda Pupio Silva; Sant'Anna, Luciana Barros; Gouveia, Márcia Teles de; Fernandes, Márcia Astrês; Magalhães, Juliana Macêdo; São José dos Campos
    Transtorno do Espectro Autista(TEA)é uma alteração do desenvolvimento neurológico, caracterizado por dificuldades de comunicação, interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Dada a complexidade deste transtorno, foram desenvolvidas diversas abordagens, visando melhorar a vida das pessoas com TEA, incluindo intervenções de musicoterapia. A produção científica destaca a eficácia da musicoterapia em diferentes práticas clínicas, no entanto a análise dessa modalidade terapêutica é pouco explorada nessas crianças. Nesse sentido, o objetivo principal deste estudo foi avaliar a influência da musicoterapia improvisacional sobre os parâmetros fisiológicos de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista. Trata-se de estudo experimental clínico randomizado, desenvolvido no nordeste do Brasil. Foram incluídas no estudo crianças autistas que apresentavam escore 30-36 pontos da escala de avaliação do autismo infantil. A partir dos critérios de inclusão, as crianças foram alocadas em dois grupos por meio do programa Random Allocation Software, estando pré-determinado que os quatro primeiros nomes fictícios integrariam o grupo controle e os demais comporiam o grupo de musicoterapia. Sete crianças com transtorno do espectro autista foram avaliadas, distribuídas em três grupos com intervenção de musicoterapia e quatro no grupo controle. Os dados foram coletados nos meses de fevereiro a março de 2020 e analisados utilizando testes de Mann-Whitneye Wilcoxon. As crianças que participaram da musicoterapia apresentaram redução de 3,7% na saturação de O2. É comum a dificuldade de respirar profundamente em portadores de TEA. Além disso, crianças que realizaram musicoterapia apresentaram aumento médio de 5,0 bpm na frequência cardíaca comparado a ausência de variação nas crianças do grupo controle. Em geral, indivíduos com TEA possuem frequência cardíaca reduzida comparadas aos neurotípicos, possivelmente devido a um déficit no sistema límbico. Portanto, os resultados do presente estudo são importantes, considerando que os sinais vitais sofrem variação ao longo do dia e a musicoterapia pode ter influenciado esse índice pelo aspecto emocional. Em relação à pressão arterial, observou-se redução da sistólica e manutenção da diastólica no grupo musicoterapia, enquanto as crianças sem intervenção mantiveram a pressão sistólica e aumentaram a diastólica. Denota-se, aqui, o potencial que a musicoterapia improvisacional apresenta em influenciar e produzir alterações no corpo humano. Conclui-se que os efeitos da musicoterapia nos parâmetros fisiológicos foram indicativos de respostas satisfatórias para as crianças com TEA.
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    Biomineralização induzida por quitosana e materiais à base de colágeno com flúor para cobertura de dentina radicular submetida à erosão
    (2022-02-14) Nahórny, Sídnei; Soares, Luís Eduardo Silva; Sant'Anna, Luciana Barros; Espírito Santo, Ana Maria do; Oliveira, Luciane Dias de; Oliveira, Ivone Regina de; São José dos Campos
    Os materiais orgânicos como a quitosana e o colágeno podem ser uma opção promissora para o tratamento da dentina com o objetivo de biomineralização, associados ou não ao flúor. O objetivo deste estudo foi avaliar novos materiais à base de colágeno e quitosana, associados ou não ao flúor, aplicados na dentina bovina desmineralizada e selecionar os de melhor interação com o substrato (Estudo 1), bem como o efeito da sua aplicação na dentina após a erosão dental simulada (Estudo 2). No estudo 1, dentes bovinos foram preparados e tratados com três tipos de colágeno de origem bovina (colágeno hidrolisado fibras, colágeno não-hidrolisado pó, colágeno hidrolisado pó), uma quitosana em pó e um composto de suspensão de quitosana e flúor gel. A morfologia dentinária foi observada em microscópio eletrônico de varredura (MEV) e o conteúdo inorgânico da dentina foi avaliado por micro fluorescência de raios X por energia dispersiva (µ-EDXRF). Uma maior cobertura para o composto flúor/quitosana seguido do colágeno hidrolisado foi observada. O colágeno hidrolisado apresentou distribuição mais homogênea de cálcio e fósforo. A quitosana sem o flúor tem partículas irregulares e heterogêneas e resultou em pouca interação com o substrato. Os materiais com melhor interação com a dentina (Estudo 1) foram utilizados para tratamento de superfície na dentina radicular de dentes bovinos (Estudo 2). No estudo 2, foi realizada uma avaliação in vitro, com o objetivo de verificar a influência da quitosana ou colágeno hidrolisado, isoladamente ou em combinação com gel de fluoreto de fosfato acidulado (FFA), na composição e morfologia da dentina submetida à ciclos de erosão. Amostras de dentina bovina foram preparadas (n = 84) e tratadas com saliva artificial (AS, controle negativo), flúor fosfato acidulado em gel (F, controle positivo), suspensão de quitosana (Chi), suspensão de colágeno hidrolisado (Col), composição de flúor/quitosana (F_Chi) e composição de flúor/colágeno hidrolisado (F_Col). Ciclos erosivos (seis ciclos de imersão em suco de laranja por 1 min, seguidos de imersão em AS por 1 h) foram realizados. Os materiais foram caracterizados quanto à morfologia, composição e distribuição granulométrica. As técnicas de µ-EDXRF e MEV avaliaram a composição química inorgânica e morfologia da dentina, respectivamente. As partículas do pó de colágeno hidrolisado apresentaram uma morfologia mais regular e características esféricas quando comparado com a quitosana. Devido à sua natureza orgânica, a quitosana e o colágeno hidrolisado apresentam apenas um padrão amorfo nas análises de difração de raios x (DRX). A presença de mais bandas orgânicas no espectro FTIR provavelmente resultou em uma interação elevada com o conteúdo de colágeno da dentina previamente desmineralizada. A suspensão do grupo Col apresentou uma afinidade melhor pela superfície dentinária do que no grupo Chi. Os grupos F_Col e F apresentaram uma redução na perda de cálcio em 17% e 26%, respectivamente (p <0,001). Ambos os grupos ainda apresentavam uma camada de cobertura de aglomerados na superfície da dentina após os ciclos erosivos. O grupo F_Col produziu um padrão de cobertura semelhante ao do grupo controle positivo com a deposição de aglomerados de material à base de flúor enriquecido com colágeno. O flúor apresentou um efeito sinérgico com o colágeno hidrolisado na proteção da dentina, provavelmente devido à sua composição de aminoácidos, solubilidade e interação química com os íons F-, resultando na deposição de aglomerados de material à base de flúor enriquecido com colágeno. As análises de MEV e µ-EDXRF evidenciaram alterações morfológicas e na composição inorgânica significantes para todos os materiais após a erosão simulada. Os melhores resultados em relação à formação de camada protetora mais homogênea e de menor desmineralização foram obtidos no grupo de colágeno hidrolisado com flúor seguido da quitosana.
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    Blendas de cimento de aluminato de cálcio contendo vidro bioativo e estrôncio para aplicações como biomaterial
    (2022-03-11) Barbosa, Ana Maria; Oliveira, Ivone Regina de; Sant'Anna, Luciana Barros; Vasconcellos, Luana Marotta Reis de; Raucci, Larissa Moreira Spinola de Castro; Raniero, Leandro José; São José dos Campos
    Neste trabalho foram produzidas blendas à base de cimento de aluminato de cálcio homogêneo (CH) contendo vidro bioativo (BG58S) em diferentes teores (5, 7,5 e 10% em peso) e óxido de estrôncio (SrO 1% em peso) visando melhorar sua bioatividade e a capacidade de estimular a regeneração óssea. Primeiramente, o vidro bioativo 58S (BG58S) foi sintetizado em diversas condições e caracterizado quanto à composição química, distribuição de tamanho de partícula e cristalinidade. A amostra de BG58S selecionada após as caracterizações anteriormente mencionadas foi utilizada para a produção de blendas com cimento de aluminato de cálcio homogêneo (CH) e vidro bioativo (BG58S) em diferentes teores (5, 7,5 e 10% em peso) e foram caracterizadas quanto à densidade teórica, microdureza, resistência à compressão uniaxial após tratamento em solução simuladora de fluido corporal (SBF), porosidade aparente e distribuição de tamanho de poros antes e após o tratamento com SBF. A adição de 7,5% em peso de BG58S no cimento homogêneo de aluminato de cálcio (CH) melhorou suas propriedades mecânicas como microdureza e resistência à compressão uniaxial. Na sequência, um novo conjunto de amostras formadas por cimento de aluminato de cálcio homogêneo (CH) contendo vidro bioativo (BG58S) com diferentes teores (5, 7,5 e 10% em peso) e óxido de estrôncio (SrO 1% em peso) foram produzidas para os testes de bioatividade e biológicos (in vitro e in vivo). As blendas foram mais bioativas devido à presença de uma fase amorfa altamente solúvel, conforme confirmado por meio de SEM/EDS principalmente para 7,5% em peso de BG58S sem e com SrO a partir de 1 dia em SBF. As análises de FTIR indicaram a formação da fase apatita por meio do aumento da intensidade das bandas associadas ao grupo PO 43- após o tratamento com SBF. Com relação aos testes in vitro, todas as blendas permitiram o desenvolvimento do fenótipo osteoblástico e a formação de matriz mineralizada aumentou devido à inclusão de BG58S e SrO promovendo o processo de osteogênese. Ensaios de viscosidade, injetabilidade e trabalhabilidade de suspensões contendo 73, 74 e 75 % de teor sólidos foram realizados e mostraram que aumento da viscosidade está relacionado à diminuição da injetabilidade, conforme há aumento no teor sólido das suspensões. Os testes in vivo indicaram a neoformação óssea na interface com os diferentes materiais empregados, sendo que o tecido formado exibia aspecto de normalidade. Na análise histológica descritiva foram observados os aspectos do processo de reparação óssea, verificando-se que a neoformação óssea e o arranjo das trabéculas ósseas imaturas preencheram os defeitos ósseos criados para o teste. A presença de linhas reversas observada, é um indicativo da atividade de remodelação óssea. A análise histomorfométrica realizada utilizando imagens de cortes histológicos realizados na área do defeito ósseo na qual houve a inserção do biomaterial, revelou que a neoformação óssea foi maior no defeito ósseo preenchido com CH/7,5%p BG58S e 1%-p de SrO. Conclui-se, com bases nos resultados obtidos neste trabalho, que a blenda CH/7,5%p BG58S e 1%-p de SrO seja a mais promissora para ser utilizada em reparo ósseo
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    Efeito antimicrobiano da membrana amniótica isolada e associada à terapia fotodinâmica
    (2023-03-02) Sant'Anna, Luciana Barros; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Tada, Dayane Batista; Santos, Amanda Cerquearo Rodrigues dos; Ferreira-Strixino, Juliana; São José dos Campos
    Devido ao avanço da resistência bacteriana aos tratamentos convencionais, a busca por terapias alternativas isoladas ou combinadas, como a utilização da membrana amniótica (MA), produtos antimicrobianos e a terapia fotodinâmica (TFD), vem aumentando a fim de alcançar um controle microbiano eficaz e adequado. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito antimicrobiano da MA isolada e associada à TFD utilizando a solução de PHTALOX® (PHTX) como fotossensibilizador (FS), frente a biofilmes de Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Foram realizados dois experimentos independentes em triplicata dos grupos experimentais: Grupo C+, Grupo L, Grupo PHTX, Grupo TFD, Grupo MA, Grupo MA+L, Grupo MA+PHTX, Grupo MA+TFD. A montagem dos biofilmes foi realizada a partir do preparo de inóculos de S. aureus e P. aeruginosa (108 células/mL), e incubação de 48 horas a 37 ºC. Para obtenção da MA, cinco placentas humanas foram obtidas a partir de cesárias eletivas, após consentimento prévio e todos os exames sorológicos negativos (5.200.827/CEP/2021). Após o processamento e a criopreservação, a MA permaneceu em contato com os biofilmes por 24 horas a 37 ºC, nos grupos que envolviam este tratamento. O FS de estudo foi uma ftalocianina comercial (PHTALOX®), com tempo de incubação de 15 minutos a 37 ºC em ausência de luz. Nos grupos onde se realizou TFD, o tempo de incubação foi seguido de irradiação a partir de um dispositivo com 24 LEDs, com emissão de luz em 660 nm, densidade de potência de 30 mW.cm-², densidade de energia de 50 J.cm-2 e tempo de irradiação de 28 minutos e 18 segundos. Os resultados obtidos foram analisados por meio da contagem de UFC/mL, teste de atividade metabólica por MTT, e análise estatística, considerado estatisticamente significante p<0,05. A internalização do FS foi verificada por meio da fluorescência, e foi também realizado o espectro de absorção, quantificação de espécies reativas de oxigênio (ERO) e rendimento quântico de oxigênio singleto (1O2) da solução de PHTALOX®. A verificação da integridade da MA foi verificada após os tratamentos por microscópio eletrônico de varredura (MEV). A solução de PHTALOX® apresentou pico máximo de absorção em 228, 333 e 690 nm e baixa fluorescência se concentrando superficialmente nas células bacterianas. Em relação à geração de ERO, foi obtida diferença estatística (p<0,05) nos grupos PHTX e TFD quando comparados ao grupo C+, contudo não foi observada geração de 1O2. Os grupos MA, MA+PHTX, PHTX, TFD e MA+TFD demonstraram diferença estatística (p<0,05) quando comparados ao C+ em relação à diminuição de UFC/mL e da atividade metabólica. Entretanto, não foi observada diferença estatística em relação à diminuição de UFC/mL na análise entre os grupos PHTX e TFD, e, MA+PHTX e MA+TFD. A análise por MEV em ambas as faces da MA demonstrou alterações morfológicas relevantes nos grupos MA+PHTX e MA+TFD, contudo tal alteração não impossibilitou seu efeito antimicrobiano. Com isso, conclui-se que o tratamento isolado com a MA e com a solução de PHTALOX® foram eficazes contra biofilme de S. aureus e P. aeruginosa, e que a associação destes potencializou o efeito antimicrobiano desse tratamento. Contudo, as demais análises apontaram que a fotoatividade da PHTALOX® foi menor do que ftalocianinas encontradas na literatura.
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    Efeito da terapia fotodinâmica com curcumina em promastigotas e curcumina nanoencapsulada em amastigotas de Leishmania braziliensis e Leishmania major
    (2021-09-24) Ferreira-Strixino, Juliana; Soares, Cristina Pacheco; Sant'Anna, Luciana Barros; Ribeiro, Martha Simões; Tada, Dayane Batista; Marcolino, Luciana Maria Cortez; São José dos Campos
    A leishmaniose tegumentar é uma doença zoonótica, transmitida por fêmeas de flebotomíneos e causada por protozoários do gênero Leishmania. É considerada pela OMS um problema de saúde pública que nos últimos anos apresentou aumento significativo, tanto no número de casos quanto na distribuição geográfica. O tratamento convencional é tóxico e contraindicado para pacientes que apresentam algumas comorbidades e pode causar diversos efeitos colaterais graves. Tendo em vista uma alternativa de tratamento não agressivo vem se estudando a Terapia Fotodinâmica, que consiste em um tratamento não invasivo, não apresenta efeitos colaterais, de fácil acesso que utiliza substâncias de baixo custo, como a curcumina. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da curcumina livre em promastigotas e curcumina nanoencapsuladas em amastigotas de espécies de Leishmanias. Para isso os promastigotas foram incubados com curcumina livre divididos em grupo escuro e irradiado, além do grupo controle escuro e apenas irradiado. A viabilidade celular foi avaliada pelo teste de exclusão com azul de tripan, a atividade mitocondrial por MTT, as alterações morfológicas por MEV. Para analisar o tipo de morte celular utulizou-se os marcadores Anexina V e iodeto de propídio e para avaliar o potencial de membrana mitocondrial o JC-1, para isso foram obtidas as imagens por microscopia confocal e a fluorescência emitida pelos marcadores foram quantificadas utilizando o software ImageJ. Para analisar a produção de espécies reativas de oxigênio utilizou-se o reagente H2DCF-DA e a fragmentação de DNA foi verificada pelo teste do cometa. Verificou-se a diminuição da viabilidade dos parasitas bem como alterações na atividade mitocondrial. A TFD provocou alterações no potencial de membrana mitocondrial das duas espécies, independentemente do tempo de análise (imediatamente ou 18 horas após tratamento). A produção de ERO foi concentraçãodependente e foi observada apenas nos grupos submetidos à TFD e a espécie L. braziliensis apresentou maior produção de ERO que L. major, no entanto L. braziliensis foi mais resistente que L. major quando analisada a viabilidade após TFD. Os danos no DNA também foram observados nas duas espécies, é sugestivo que a apoptose prevaleceu na espécie L. braziliensis. A morfologia das células foi afetada, principalmente na concentração mais elevada de curcumina, deixando as células arredondadas e flagelo encurtado. Os resultados apoiam o uso da curcumina como fotossensibilizador na TFD contra células de Leishmania. Foram testadas também nanopartículas de BSA associada a curcumina em amastigotas de L. braziliensis e L. major. Para isso macrófagos e macrófagos infectados com Leishmanias foram incubados com a curcumina encapsulada em BSA catiônica e aniônica. Foram realizados testes de viabilidade pelo método de exclusão com azul de tripan, onde foi verificado que apenas a concentração 0,7 µmol. L1 da BSA-Cur catiônica demonstrou redução na viabilidade das células e as concentrações de 0,1 e 0,08 µmol. L-1 da BSA-Cur aniônica reduziu a viabilidade das células, já a concentração de 0,7 µmol. L-1 foi citotóxica. A análise através da microscopia confocal foi realizada para verificar se as nanopartículas eram internalizadas pelos macrófagos e pode-se verificar que as nanopartículas catiônicas e aniônicas se encontravam dentro dos macrófagos e protozoários. Por fim foi realizado teste de viabilidade com os fibroblastos e verificou-se que as nanopartículas não afetaram a viabilidade dessa linhagem celular, no entanto a curcumina livre promoveu diminuição da viabilidade dos fibroblastos após tratamento. Os resultados obtidos foram satisfatórios, demonstrando a capacidade das nanopartículas reduzirem a viabilidade das células em menores concentrações do que a curcumina livre.
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    Efeitos dos métodos de preservação na morfologia das sub-regiões da membrana amniótica humana : estudo por microscopia eletrônica de varredura
    (2023-03-06) Sant'Anna, Luciana Barros; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Vasconcellos, Luana Marotta Reis de; Moura, Ana Clara Rezeck; São José dos Campos
    A membrana amniótica (MA) ou âmnio tem atraído atenção como biomaterial para a medicina regenerativa, se consolidando como adjuvante em diversos tratamentos. Sua utilização baseia- se na capacidade de beneficiar o processo de epitelização, reduzir processos inflamatórios e antifibróticos promover a angiogênese, assim acelerando o processo cicatricial. Essas propriedades são atribuídas à morfologia e a fatores solúveis e insolúveis presentes na estrutura da MA, o que torna imprescindível sua correta preservação. Ademais, têm sido demonstrados algumas diferenças entre regiões anatômicas da MA, sugerindo que essas regiões apresentam diferentes potenciais na regeneração tecidual. Porém ainda não se conhecem os efeitos dos diferentes métodos de preservação sobre a integridade dessas regiões. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar a morfologia da membrana amniótica nas suas diferentes regiões anatômicas, âmnio placentário (PA) e âmnio refletido (RA), e em seus lados epitelial e mesenquimal, após diferentes métodos de preservação, por meio da microscopia eletrônica de varredura. Sete placentas humanas, a termo, foram processadas, separando a MA do córion. Após lavagem com solução antibiótica e antifúngica foi dividida em 4 sub-regiões: central (R1), intermediária (R2), periférica (R3) e âmnio refletido (R4), de acordo com sua posição relacionada ao cordão umbilical. Em seguida, as membranas de cada sub-região foram fragmentadas e preservadas, seguindo o protocolo para cada grupo experimental. No grupo controle, os fragmentos de membrana, foram imersos imediatamente em fixador para MEV; no grupo fresca, os fragmentos foram imersos em meio Dulbecco's Modified Eagle's Medium (DMEM), (temperatura ambiente, 24ºC, por 18h); e no grupo criopreservada, os fragmentos foram imersos em meio DMEM/glicerol 1:1 a -80ºC por 30 dias. Após o tempo de preservação proposto para cada grupo experimental, os fragmentos de MA de cada uma das regiões foram processados para a Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). A análise das micrografias eletrônicas, do lado epitelial do grupo controle, demonstrou que as células apresentaram formato hexagonal, pouco globosas em R1 e achatadas em R4, com padrão em mosaico, junção intercelular bem definidas, microvilos roliços, densos e aglomerados na região apical e bordas das células. As regiões R2 e R3 apresentaram células com formato mais circular e globoso, junções intercelulares aumentadas e microvilos achatados e colabados às células. Já no grupo fresca houve perda de definição dos microvilos, das junções intercelulares e as células apresentaram tamanhos variados. Entretanto, o grupo criopreservada apresentou aspectos morfológicos similares ao grupo controle. No grupo criopreservada, a morfologia de todas as sub-regiões apresentou superfície uniforme/homogênea, com células em forma poligonal e junções intercelulares definidas, dentro do padrão de normalidade. No lado mesenquimal da MA, as variações nos aspectos microscópicos foram menores, demonstrando pouca diferenciação entre as 4 sub-regiões. Tanto o método fresca, quanto o criopreservada mantiveram a trama colágena homogênea, densa e compacta, com variação apenas na conformação da superfície mesenquimal. Finalmente, a criopreservação foi considerada ótima para preservar a integridade epitelial e estromal/mesenquimal, nas quatro sub-regiões da MA.
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    Efeitos dos métodos de preservação na morfologia das sub-regiões da membrana amniótica humana: estudo por imunohistoquímica
    (2025-02-26) Sant'Anna, Luciana Barros; Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Almeida, Janete Dias; Costa, João Vitor Alcântara da; São José dos Campos
    A membrana amniótica (MA) tem atraído atenção como biomaterial para a medicina regenerativa, devido às suas propriedades biológicas e mecânicas, que incluem ações anti-inflamatória, imunomoduladora, antifibrótica, epitelização, estabilidade, resistência e flexibilidade. Essas propriedades são atribuídas às suas características morfológicas e aos fatores bioativos solúveis e insolúveis produzidos por suas células e presentes no estroma da membrana. Recentemente, foram detectadas diferenças nas regiões anatômicas da MA, porém ainda não está estabelecido se essas regiões apresentam diferentes potenciais na regeneração tecidual, e os efeitos dos diferentes métodos de preservação sobre a integridade e morfologia das mesmas. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a integridade estrutural e química da MA nas suas diferentes regiões anatômicas, âmnio placentário (PA) e âmnio refletido (RA), após diferentes métodos de preservação, por meio da técnica de imuno-histoquímica (IHC). Para isto, quatro placentas humanas a termo foram obtidas no Hospital Santa Casa de São José dos Campos e transportadas ao laboratório, onde, em condições estéreis, as membranas amnióticas foram processadas e divididas em 4 regiões: central (R1), intermediária (R2), periférica (R3) e âmnio refletido (R4), de acordo com sua posição em relação ao cordão umbilical. Os fragmentos foram distribuídos em 3 grupos, conforme o método de preservação: Grupo Controle: os fragmentos foram apenas fixados em formol; Grupo Fresca: os fragmentos foram imersos em meio DMEM a temperatura ambiente (24 ºC) por 18h; Grupo Criopreservada: os fragmentos foram imersos em meio DMEM/glicerol (1:1) a -80 ºC por 30 dias. Após os períodos específicos de cada grupo, os fragmentos foram processados histologicamente e incluídos em parafina para obtenção de cortes histológicos, os quais foram submetidos à análise de imuno-histoquímica e quantitativa de imagem para avaliação das proteínas constitucionais da membrana, incluindo citoqueratinas, laminina e colágeno tipo I. A análise das colorações de Hematoxilina-eosina (HE) evidenciou, no Grupo Controle, a região PA (R1, R2 e R3) com epitélio colunar simples, com células justapostas sobre a lâmina basal e núcleos na porção apical das células, contrastando com os achados da região RA (R4), a qual evidenciou epitélio com células cuboidais baixas, com núcleos centralizados. Em todas as sub-regiões anatômicas analisadas, as MA dos grupos experientais GF e GCrio eram compostas por cinco camadas estruturais (epitélio, membrana basal e as camadas compacta, fibroblástica e esponjosa) com aspectos morfológicos similares aos encontrados nas membranas do GC. As glicosaminoglicanas avaliadas por Alcian Blue, bem como as fibras colágenas, laminina e citoqueratinas avaliadas por IHC, apresentaram-se preservadas e íntegras após os diferentes métodos de armazenamento, com maior similaridade entre os grupos controle e criopreservada. Portanto, a criopreservação foi considerada eficiente para preservar a integridade epitelial e mesenquimal, nas quatro sub-regiões da MA, fundamentando seu uso na medicina regenerativa.
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    Estudo da aplicação do laser de diodo na prevenção e controle da erosão dentária extrínseca
    (2020-07-01) Soares, Luís Eduardo Silva; Sant'Anna, Luciana Barros; Espírito Santo, Ana Maria do; Seefeldt, Vanessa Borelli; São José dos Campos
    A erosão dentária é uma lesão de origem não cariosa, crônica e pontual. Pode ter como causa extrínsecaadissolução de minerais da superfície dental poração química de ácidos e quelantes presentes em alimentos industrializados, alimentos ácidos ealguns medicamentos. Dentre asfontes intrínsecas pode-se citar asdoenças que acometem o trato gastrointestinal. A desmineralizaçãodecorrente por erosãotorna o elemento dental mais suscetível aos desgastes mecânicos da escovação, mastigação, apertamento ebruxismo, resultando emsintomatologia álgica e fragilidade dentária. A terapia mais tradicional e acessível para os pacientes é a utilização do flúor.Como alternativa para prevenir os possíveis sinais e sintomas da erosão dentária, pode-se lançar mão da irradiação laser, paramodificar quimicamente a superfíciedental e aumentar a resistência à desmineralização. Neste sentido, o presente estudo tevecomo objetivo avaliar,in vitro, a influência da irradiação com laser de Diodo (?=830nm), naprevençãoe controleda erosão dentária induzida, em esmalte de dentes bovinos. Noventa e seisamostras de esmalte bovino foram preparadas edivididas em 8 grupos experimentais (n = 12): grupo 1 –controle negativo (saliva, AS), grupo 2 –controle positivo (flúor gel neutro, FG), grupo 3 –laser Diodo1 (L1), grupo 4 –laser Diodo 2 (L2), grupo 5 -flúor + laser1 (FG-L1), grupo 6 –flúor + laser2 (FG-L2), grupo 7 –laser1 + flúor (L1-FG), grupo 8 –laser2 + flúor (L2-FG). As amostras dos grupos2, 5 e 6 receberamuma aplicação de flúor gel anterior aos procedimentos experimentais e ciclagem erosiva.Nos grupos 7 e 8, o flúor foiaplicado após a irradiação laser. Após os tratamentos as amostras foram submetidas à ciclagem erosiva em suco de laranja (desmineralização) e saliva artificial (remineralização). As amostras foram submetidas às análises por espectroscopia de micro fluorescência de raios x por energia dispersiva (µ-EDXRF), rugosidade de superfície e microscopia eletrônica de varredura (MEV). Diferenças significativasnas comparações iniciais e finais para o elemento cálcio (Ca) foram encontradas nos grupos G3 (P<0,01) e G8 (P<0,001) e para o fósforo, somente no grupo G8 (P<0,01). Entre arelação Ca/P, foram observadas diferenças significativas nos grupos G1 (P<0,05), G2(P<0,01), G3 (P<0,001), G4 (P<0,001) e G6 (P<0,001). Nas comparações entre o grupo controle negativo(G1)eos demais grupos, foram observadas diferenças significativas paraG8, com menores valores de Ca, P e Ca/P (P<0,001), e maiores valores de Ca e P paraG3 (P<0,001).Entre o grupo controle positivo(G2)e os demais grupos, foram constatados valores significativamente menores de Ca e P para G8 (P<0,001) emaiores valores de Cae Ppara G3 (P<0,01). Entre a relação Ca/P, foram constatadas diferenças significativas e menores valores nas comparações entre o grupo G2 e G8 (P<0,001), G5 (P<0,05) e G7 (P<0,05).Nos mapeamentos em área, maiores teores de Ca e Pforam observados nos grupos 3 e 4 e o menores valores de Capara os grupos 2, 5, 6, 7 e 8. Tais resultados foram mantidos para o elemento P, contudo, com menor evidência.Os tratamentos com a associação laser / flúor resultaram em valores médios de rugosidade mais baixos (Ra, µm) do que no controle negativo (P<0,05). O tratamento com L1 produziu valores mais altos de Ra no esmalte do que no controle positivo (P<0,05). As micrografias obtidas por MEV mostraram evidente desmineralização noesmalte após os tratamentos com AS (controle negativo) e FG (controle positivo) e erosão no suco de laranja em comparação com os grupos irradiados por laser.Deste modo, a irradiação com laser de Diodo de 830 nm em baixas potências, com ou sem associação ao flúor, e nos parâmetros adequados, promove modificações na estrutura cristalina do esmalte, tendo sido observadas melhores coberturas de superfícies nos grupos G4 (L2) e G6 (LF-2).
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    Estudo in vivo da reparação óssea guiada com membrana biológica de poliestireno, colágeno e norbixina fotobiomodulada com LED
    (2022-02-16) Soares, Luís Eduardo Silva; Sant'Anna, Luciana Barros; Ferreira-Strixino, Juliana; Coelho, Nayana Pinheiro Machado de Freitas; Maia Filho, Antonio Luiz Martins; Fortaleza, Lílian Melo de Miranda; São José dos Campos
    Biomateriais de diversas composições associados ou não à fotobiomodulação vem sendo utilizados como recurso para favorecer e estimular o reparo ósseo. O objetivo do presente estudo foi analisar, in vivo, o processo de reparação óssea guiada pela membrana de poliestireno com colágeno e norbixina (MPSCN) e fotobiomodulada por diodo emissor de luz (LED). Para esta pesquisa, 40 ratos foram divididos aleatoriamente em quatro grupos: C= controle; M= membrana; LED= LED; MLED= LED + membrana e subdivididos em 2 subgrupos de eutanásia (15 e 30 dias). Um defeito ósseo foi criado na calvária de cada animal. Os grupos LED e MLED foram submetidos à fotobiomodulação com LED, imediatamente ao pós-operatório (? = 945 nm, P= 48 mW, área do feixe de 0.5 cm2 e t=150s), em dias alternados subsequentes ao pós-operatório até a eutanásia. A fluência de energia foi de 30 J/cm 2 . Os fragmentos de ossos foram analisados por microscopia óptica (análise histológica), espectroscopia Raman e Microscopia eletrônica de varredura (MEV). A análise estatística foi descritiva, inicialmente realizado o teste de normalidade Kolmogorov Smirnorv, e os dados paramétricos foram analisados pelo teste ANOVA para comparação entre grupos, seguido do teste de Tukey, com intervalo de confiança de 95% e nível de significância p< 0,05. O uso da MPSCN reduziu o processo inflamatório, serviu de arcabouço e favoreceu a neoformação óssea. Ao associá-la com o LED ocorreu remodelação óssea, porém, de maneira desorganizada e irregular. A fotobiomodulação com LED influenciou positivamente a formação óssea com aumento na deposição de hidroxiapatita, nos diferentes intervalos de tempo, sendo maior no final do experimento, resultando em osso mais compacto e linear. O uso simultâneo da MPSCN e fotobiomodulação não apresentou efetividade.
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    Histological analysis of Spinal Cord Injury treated with Amniotic Membrane
    (Universidade de São Paulo) Correia, Débora Campos Chaves; Lima, Leonardo Borges de; Sant'Anna, Luciana Barros; Lima, Mario Oliveira; Arisawa, Emilia Angela Lo Schiavo
    Spinal cord injury (SCI) is one of the most harmful syndromes that affects humans due to neuronal destruction and interruption of the nerve impulse transmission between axons. The conduction of motor, sensory, and autonomic responses below the level of the injury is seriously compromised, generating high treatment costs for the health system and a reduction in quality of life, stimulating research into new treatment protocols. This study aimed to evaluate the effectiveness of a biomaterial, the amniotic membrane (AM), to treat experimentally induced SCI. 15 adult rats were divided into three groups (n = 5): S (Sham), L (SCI without treatment), and AM (SCI treated with AM). Spinal cord injury was induced in the region T9-T10 by direct trauma, free-falling a weight (10 g, 2 mm flat edge) held on a mini guillotine, 25 mm above the exposed spinal cord. A fragment of AM, obtained from the human placenta after maternal consent, was applied to the injured area only in the AM group. After 28 days, specimens from the area of spinal cord injury were excised and subjected to routine histological procedures. Data from the semi-quantitative score, obtained from a scheme that assigned different scores to regions of the spinal cord, and from the quantitative analysis were subjected to parametric statistical analysis. Results showed that Group S presented medullary tissue without changes (score 0). In contrast, Group L presented numerous areas of cavitation in the dorsal and lateral regions of the white and gray matter (9.61 ± 6.60 p<0.001) with an intense inflammatory infiltrate. The AM group exhibited small areas of cavitation in the dorsal and lateral regions of the white matter and part of the dorsal columns in the gray matter (0.94 ± 1,03, p<0.001), with few inflammatory cells. The results suggest the effectiveness of AM in the treatment of induced SCI, characterized by a reduction in the evolution of inflammatory and degenerative processes in the central nervous tissue compared to the untreated group.
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    Plasma não térmico aplicado no tratamento de feridas em pé diabético
    (2021-09-09) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Sant'Anna, Luciana Barros; Alves Junior, Clodomiro; Cardoso, Juliana Cunha; Vieira, Lúcia; São José dos Campos
    Diabetes mellitus (DM) está entre as doenças não transmissíveis mais comuns em adultos de todo o mundo. Apresenta alto risco para complicações na saúde, com elevados custos ao Sistema Único de Saúde pública (SUS), do Brasil. As afecções denominadas de “pé diabético” são as mais comuns e, frequentemente, geram limitações e prejuízos na qualidade de vida de seu portador. Partindo deste pressuposto, faz-se necessária a busca de alternativas para controle e mitigação desse tipo de complicação. Neste sentido, o tratamento com Plasma Não Térmico (PNT) constitui uma nova abordagem terapêutica para tratamento não invasivo de lesões de pé diabético. Estudos iniciais indicam que esse método terapêutico apresenta ação antibacteriana, acelerando o processo de reparo do tecido cutâneo, com menor risco de efeitos nocivos. Considerando o exposto, o presente estudo tem por objetivo avaliar a evolução do processo de reparo tecidual após aplicação do PNT no tratamento de lesões em pé diabético considerando as características macroscópicas da lesão e a intensidade da dor antes e após o tratamento, correlacionando essas variáveis à qualidade de vida expressa pelos participantes.São relatados casos clínicos de dois pacientes com DM não controlado portadores de lesões em membros inferiores com localização anatômica e dimensões semelhantes. O PNT foi aplicado em 3 sessões por semana, utilizando-se, inicialmente, o eletrodo esférico menor, com aplicação direta em todo o leito da lesão pelo período de 10 minutos. Na sequência foi utilizado o eletrodo de plasma de microcorrente, com ação cauterizadora, por 10 minutos, aplicado sobre as bordas da lesão somente em pontos de sangramentos. A avaliação do processo de reparo incluiu análise comparativa das imagens da área das lesões e os resultados obtidos com a aplicação dos instrumentos Escala Visual Analógica da dor – EVA,Formulário SF-36, que afere a qualidade de vida e o protocolo de acompanhamento de lesão em todas as consultas de acompanhamento. Os resultados obtidos nos dois casos clínicos permitiram comprovar que a aplicação de PNT no tratamento de lesões em pé diabético decorrentes do DM constitui importante ferramenta terapêutica favorecendo a evolução do processo de cicatrização, com expressiva redução da área da lesão, em curto intervalo de tempo. Paciente A recebeu 20 sessões em um total de 48 dias, enquanto no Paciente B foram realizadas 22 sessões, em 52 dias. Além da cura das lesões em ambos os pacientes, os resultados mostraram redução da dor emelhora na qualidade de vida. A definição de protocolos efetivos de tratamento ainda estão em fase de comprovação, sendo necessária a expansão do número de estudos e aumento da população estudada para sua inserção na prática clínica.
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    Potencial regenerativo da membrana amniótica na doença periodontal induzida em ratos: estudo histológico e morfométrico
    (2022-04-05) Sant'Anna, Luciana Barros; Soares, Luís Eduardo Silva; Jardini, Maria Aparecida Neves; Teixeira, Roberta Jenniffer Maciel; São José dos Campos
    A doença periodontal é caracterizada como um processo inflamatório crônico que potencialmente leva à destruição óssea alveolar e posteriormente a perda dentária, sendo a doença óssea mais comum nos humanos. Esse caráter inflamatório da doença é devido a intensa infecção bacteriana, associada ao biofilme pré-instalado na superfície dentária. A membrana amniótica (MA) tem atraído atenção como biomaterial para a medicina regenerativa, devido a presença de células tronco que conferem propriedades de biocompatibilidade, antibacteriana, antiinflamatória, imunomodulatória e pró-angiogênica. Sua arquitetura única lhe torna um biomaterial promissor para regeneração tecidual, conferindo excelentes propriedades biológicas e mecânicas. O objetivo deste estudo é analisar o potencial da MA na regeneração dos tecidos periodontais na periodontite induzida em ratos. A casuística é composta por 26 ratos machos Rattus norvegicus, Albinos, Wistar, com peso aproximado de 200 a 250g, os quais após o período de aclimatização foram divididos aleatoriamente nos grupos: Grupo Normal (n=6): os animais não foram submetidos a nenhum procedimento, seguindo o percurso normal do experimento; Grupo Ligadura (n=10): os animais foram submetidos à ligadura para indução da periodontite e após 2 semanas esta foi removida; Grupo Ligadura + MA (n=10): os animais foram submetidos a ligadura para indução de periodontite, após 2 semanas a ligadura foi removida e a MA colocada ao redor do defeito ósseo. Após 4 semanas de atuação da MA os animais foram eutanasiados e as análises macroscópica, morfométrica, histológica e histomorfométrica foram realizadas para avaliar o reparo periodontal. Observou-se significativa instalação da doença periodontal, e após a colocação da MA, verificou-se a diminuição da perda óssea alveolar, diminuição da profundidade de sondagem, ganho no nível de inserção conjuntiva, e tecidos periodontais com aspecto de normalidade, particularmente o ligamento periodontal com os feixes de fibras colágenas bastante definidos e organizados. Conclui-se que a MA pode estimular o reparo periodontal após ter removido o agente etiológico que estava provocando a periodontite.
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    Síntese e caracterização de macroesferas de vidro bioativo : estudo da osteogênese in vitro e in vivo
    (2021-08-10) Oliveira, Ivone Regina de; Sant'Anna, Luciana Barros; Borges, Alexandre Luiz Souto; Costa, Karen Julie Santos Grancianinov; Vasconcellos, Luana Marotta Reis de; São José dos Campos
    Esferas de vidros bioativos (BV) com formato uniforme e variação de tamanho específica promovem a dissolução e liberação de íons de forma precisamente controlada. As partículas esféricas também permitem que as estas sejam empacotadas em um arranjo 3D, o que resulta em uma porosidade aberta que melhora o crescimento ósseo através da implantação. No método de extrusão para a produção de esferas, o alginato é extrudado gota a gota na solução de gelificação, tal como CaCl2, íons Ca2+ instantaneamente reagem com os grupos carboxílicos de resíduos de ácido gulurônico na superfície da gota, então se difundem para dentro e reagem para formar o gel de alginato de Ca. Neste trabalho, o BV-58S foi sintetizado pelo método sol-gel à temperatura ambiente usando TEP (Trietilfosfato) ou ácido fosfórico (AF) como precursores de fósforo e a reação de gelificação foi catalisada pela adição de NH4OH (1 ou 2M). Os pós foram misturados com solução de alginato de sódio e extrudados gota a gota por uma bomba em solução de gelificação de cloreto de cálcio 0,1 M para produzir partículas esféricas. As macroesferas BV-58S produzidas foram caracterizadas quanto à densidade teórica, área de superfície específica / distribuição de tamanho de poro, bioatividade por um ensaio de fluido corporal simulado (SBF), experimentos de cultura de células e ensaio biológico in vivo. A partir da síntese das macroesferas observou-se que a técnica aplicada foi eficiente, pois resultou em materiais com formatos fortemente esféricos com elevados valores de área superficial e densidade, além de que os materiais exibiram caráter bioativo a partir da formação de uma camada de apatita sob a superfície dos materiais quando imersos em SBF. Os testes biológicos in vitro indicaram que as macroesferas estudadas e o material controle BV45S5 não apresentaram efeito citotóxico e permitiram que ocorresse o processo de osteogênese in vitro , pois foi detectada a presença do indicador osteogênico de fosfatase alcalina e a formação de matriz mineralizada. Os resultados referentes aos ensaios biológicos in vivo não exibiram diferença estatística entre os grupos experimentais MTEP-2M, BV45S5 e controle coágulo nos dois períodos avaliados (p>0,05). Entretanto comparando as semanas observou-se diferença entre o grupo MTEP-2M (2 semanas) e BV45S5 (2 semanas),em relação aos grupos BV45S5 (6 semanas) e coágulo (6 semanas), sendo que os grupos em 2 semanas apresentaram menor formação óssea (p<0,05). Contudo o osso neoformado do experimento in vivo foi semelhante ao observado no grupo controle no qual o método utilizado neste estudo foi capaz de preparar macroesferas de vidro bioativo que indicam ser biomateriais promissores para melhorar a regeneração do tecido ósseo.
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    Terapia a laser de baixa intensidade e membrana amniótica humana aplicadas em modelo experimental de queimadura
    (2021-06-09) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Sant'Anna, Luciana Barros; Martins, Rodrigo Álvaro Brandão Lopes; Gouveia, Márcia Teles de; Alves, Paulo Jorge Pereira; Amorim, Fernanda Cláudia Miranda; São José dos Campos
    Lesões decorrentes de queimaduras demandam tratamentos complexos, exigem assistência especializada e são responsáveis por altas taxas de morbimortalidade, configurando-se como problema de saúde pública no Brasil e no mundo. As queimaduras de espessura parcial por agentes térmicos são as que ocorrem em maior frequência na população e seu tratamento acarreta custos elevados. Nesse sentido, terapias reconstrutivas, de fácil aplicabilidade, seguras e que considerem custo/efetividade têm sido testadas, tais como a Terapia a Laser de Baixa Intensidade (TBLI) e a aplicação de Membrana Amniótica Humana (MAh), que têm se destacado no contexto da medicina regenerativa. O estudo objetivou avaliar o processo de reparo tecidual em queimaduras experimentais de espessura parcial superficial após aplicação da TLBI e MAh, isoladamente e em associação. A amostra foi composta por quarenta e oito ratos machos Wistar submetidos à queimadura de espessura parcial superficial, randomizados em quatro grupos: Controle (C)- não recebeu tratamento; Membrana Amniótica Humana (MAh)- aplicação de fragmento de MAh; Laser de Baixa Intensidade (TLBI)- irradiados com TLBI; Laser de Baixa Intensidade + Membrana Amniótica Humana (TLBI+MAh) – associação das terapias. Foram avaliadas as características histológicas e morfométricas das amostras de pele aos 7º e 14º dias e os resultados foram analisados pelos testes Kolmogorov-Smirnov, Mann Whitney e Kruskal-Wallis test com pós de Dunn's Multiple Comparison Test (p<0,05). A análise histológica mostrou redução no processo inflamatório (p <0,0001) e aumento na proliferação de fibroblastos (p <0,0001), principalmente aos 7 dias, nos grupos que sofreram intervenção comparados ao grupo C. Aos 14 dias, no grupo TLBI+MAh foram observadas espessas e alinhadas fibras de colágeno, demonstrando aceleração do processo cicatricial (p<0,0001). A fotobiomodulação com TLBI agiu sinergicamente com a aplicação tópica da MAh constituindo o protocolo terapêutico mais eficaz para tratamento de queimaduras de espessura parcial superficial utilizado na presente pesquisa. A combinação entre as terapias potencializou os efeitos anti-inflamatórios e de estímulo à proliferação celular, acelerando o processo de reparo tecidual.
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    Tratamento de feridas experimentais com aplicação de curativos eletrofiados associados à nanopartículas de prata e plasma não térmico
    (2025-09-05) Arisawa, Emília Angela Loschiavo; Sant'Anna, Luciana Barros; Lima, Mário Oliveira; Alves, Paulo Jorge Pereira; Contini, Rita de Cássia Mendonça Sales; Alves, Paulo Jorge Pereira; Pereira, Jonalba Mendes; Vieira, Lúcia; São José dos Campos
    Feridas são definidas como qualquer ruptura na integridade de um tecido que pode atingir a epiderme, a camada superficial, ou estruturas mais profundas, como fáscias, músculos, aponeuroses e órgãos cavitários. Curativos eletrofiados e plasma não térmico se destacam como novas abordagens no tratamento de feridas. Curativos eletrofiados, formados a partir de fibras poliméricas, promovem a regeneração celular, enquanto o plasma não térmico, gerado à temperatura ambiente, apresenta propriedades antimicrobianas e de modulação celular. Este estudo teve como objetivo avaliar o tratamento de feridas experimentais com curativos eletrofiados, isolados ou associados à nanopartículas de prata (Ag) e plasma não térmico (PNT). Trinta e seis ratos foram divididos em seis grupos: Controle (C), Álcool Polivinílico-Ácido Cítrico (PVA-CA), PVA-AC combinado com nanopartículas de prata (PVA-AC+AG), Plasma Não Térmico (PNT) e suas associações: PVA-CA + PNT e PVA-CA + Ag + PNT. Foram realizadas no dorso de cada animal três lesões de 1,9 cm de diâmetro, aos quais foram aplicados os protocolos de tratamento propostos. Análises macroscópicas e microscópicas aos 3, 7 e 14 dias avaliaram o processo de cicatrização. Todos os protocolos de tratamento foram mais eficazes que o grupo C (não tratado). Os melhores resultados das análises macroscópica e histológica foram observados com PNT associado ao curativo PVA-AC, mostrando redução significativa (p<0,05) no tamanho da ferida, aumento da deposição de colágeno e angiogênese e epitelização mais rápidas. O grupo tratado com PVA-AC associado a nanopartículas de prata obteve resultados menos evidentes, com redução da hidratação no processo de cicatrização comparado ao grupo PVA-AC+PNT. A redução da ferida no grupo C (89,7%) foi superada por todos os outros protocolos de tratamento: PVA-AC+PNT (96,6%); PVA-AC (95,9%), PVA-AC+Ag (95,1%) e PNT (91,3%). O estudo demonstrou que a associação de PNT com o curativo eletrofiado com PVA-AC favoreceu a cicatrização da ferida, destacando-se como alternativa promissora para o tratamento de feridas. Os resultados demonstram a eficácia da combinação PNT mais PVA-AC no processo de cicatrização.

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