O uso clínico do Role-Playing Game (RPG) na Psicologia: uma revisão narrativa sob a perspectiva fenomenológico-existencial
| dc.contributor.advisor | Ribeiro, Débora Inácia | |
| dc.contributor.author | Odoni, Renan Schettine | |
| dc.contributor.event2 | São José dos Campos | |
| dc.contributor.referee | Strauss, Christiana Villela de Andrade | |
| dc.contributor.referee | Papp, Marco Antonio | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-17T14:30:15Z | |
| dc.date.available | 2026-07-17T14:30:15Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-15 | |
| dc.description.abstract | Este estudo investigou as articulações entre o Role-Playing Game (RPG) e a perspectiva fenomenológico-existencial, com ênfase em seu potencial uso no contexto clínico. O objetivo do estudo foi analisar o potencial do Role-Playing Game (RPG) como recurso clínico à luz da perspectiva fenomenológico-existencial, discutindo seus benefícios, riscos e implicações éticas na prática psicológica. Metodologicamente, caracteriza-se como pesquisa qualitativa, narrativa e exploratória, tomando como referencial o pensamento de Martin Heidegger e as contribuições da clínica fenomenológico-existencial (Feijoo). Foram selecionados artigos publicados a nas bases SciELO, PePSIC e Portal de Periódicos da CAPES, com os descritores “psicologia”, “clínica” e “RPG” e critérios de inclusão e exclusão previamente definidos.O procedimento de análise foi orientado pela leitura fenomenológica de sentidos. Os resultados indicaram benefícios cognitivos, emocionais e relacionais associados ao RPG (desenvolvimento de funções executivas, simbolização de conflitos, fortalecimento de vínculos e cooperação), bem como aplicações clínicas em diferentes enquadres psicoterápicos (individual e grupal), com relatos de favorecimento da expressão, da imaginação e da responsabilização por escolhas. Também foram identificados riscos e limites, o que requer mediação técnica, enquadre claro e salvaguardas éticas. À luz da fenomenologia existencial, o RPG mostra-se como espaço de desvelamento do ser-em-situação, no qual emergem projetos, valores, angústias e possibilidades, integrando narrativa, fala e escuta clínica. Conclui- se que o RPG pode constituir recurso promissor na prática psicológica, desde que manejado por profissionais capacitados e em conformidade com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, preservando a singularidade da experiência e os direitos dos participantes. Apontam-se, por fim, a necessidade de estudos empíricos clínicos no cenário brasileiro e a sistematização de protocolos de intervenção com acompanhamento longitudinal. | |
| dc.description.abstract2 | This study investigated the intersections between Role-Playing Game (RPG) and the phenomenological-existential perspective, emphasizing its potential use in clinical contexts. The study aimed to examine the potential of RPG as a clinical resource in light of the phenomenological-existential approach, discussing its benefits, risks, and ethical implications for psychological practice. Methodologically, it is characterized as a qualitative, narrative, and exploratory study, grounded in Martin Heidegger’s thought and in contributions from phenomenological-existential clinical practice (Feijoo). Articles published in the SciELO, PePSIC, and CAPES Journal Portal databases were selected using the descriptors “psychology,” “clinical,” and “RPG,” alongside previously defined inclusion and exclusion criteria (language, full-text availability, and time frame). The analysis procedure was guided by a phenomenological reading of meanings. The results indicated cognitive, emotional, and relational benefits associated with RPG (development of executive functions, symbolization of conflicts, strengthening of bonds, and cooperation), as well as clinical applications across different psychotherapeutic formats (individual and group), with reports of enhanced expression, imagination, and accountability for choices. Risks and limitations were also identified (escape from reality, intensification of anxieties, reproduction of exclusions and hierarchies), which require technical mediation, a clear therapeutic framework, and ethical safeguards. From an existential phenomenology standpoint, RPG appears as a space for the unveiling of being-in-situation, where projects, values, anxieties, and possibilities emerge, integrating narrative, speech, and clinical listening. It is concluded that RPG may be a promising resource in psychological practice, provided it is handled by trained professionals and in accordance with the Psychologists’ Professional Code of Ethics, preserving the uniqueness of experience and participants’ rights. Finally, the study highlights the need for clinical empirical research in the Brazilian context and the systematization of intervention protocols with longitudinal follow-up. | |
| dc.description.physical | 41 p. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.uri | https://repositorio.univap.br/handle/123456789/1268 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.department | Bacharelado em Psicologia | |
| dc.publisher.initials | UNIVAP | |
| dc.publisher.institution | Universidade do Vale do Paraíba | |
| dc.references | ODONI, Renan Schettine. O uso clínico do Role-Playing Game (RPG) na Psicologia: uma revisão narrativa sob a perspectiva fenomenológico-existencial. São José dos Campos, SP, 2025. 41 f.; 1 PDF. Trabalho de graduação (Psicologia) - Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade de Educação e Artes, São José dos Campos/SP, 2025. | |
| dc.subject.keyword | Psicologia | |
| dc.subject.keyword | Fenomenologia | |
| dc.subject.keyword | Existencialismo | |
| dc.subject.keyword | Role-playing game | |
| dc.title | O uso clínico do Role-Playing Game (RPG) na Psicologia: uma revisão narrativa sob a perspectiva fenomenológico-existencial | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |